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  • Gestão sustentável de imóveis
    “Agora que o processo de design é reconhecido como ferramenta das práticas sustentáveis em imóveis, deveríamos mudar nossa atenção para os imóveis já existentes”, afirma especialista Imagem:  leia mais […]
  • Bonzinhos não ficam por último
    Ainda não está claro o quanto uma empresa lucra por fazer boas ações, mas um estudo realizado com executivos internacionais mostra que, elas não fazem nenhum mal aos negóciosAí vai uma das maiores perguntas da governança corporativa: realmente há alguma recompensa financeira por promover práticas sociais, ambientais e éticas? Ou as empresas que recebem a mai […]
  • inSustentabilidade! Eis o “momentum”
    Especialista traz uma reflexão sobre o atual modelo socioeconômico e a questão da sustentabilidade Imagem:  leia mais […]
  • Novo Design Ecológico
    Um documento radical, apoiado por organizações do segmento e pelos principais designers e consultorias, planeja definir um novo padrão de sustentabilidade em design. Confira! Imagem:  leia mais […]
  • Reciclagem de papel de escritório
    Conheça algumas ações de reciclagem e coleta de lixo que empresas como HP, Bank of America e NYNEX têm realizadoA Visão Geral Imagem:  leia mais […]
  • Gerenciando cérebros e organizações
    “Ou as organizações aprendem a gerenciar cérebros ou não serão mais organizações”, afirma especialista Imagem:  leia mais […]
  • Inovar ou lamentar? A decisão é sua
    Cuidado com determinados modelos de crenças, como aquele: “Prefiro ganhar pouco, ter saúde e ser feliz do que ganhar muito e viver preocupado” Quando o resultado das nossas ações não satisfaz, é preciso parar um pouquinho e, com toda a lucidez e humildade, analisar onde podemos estar errando. Viver despreocupadamente é o desejo que trazemos “de fábrica”. […]
  • É possível enriquecer tendo um emprego?
    Consultor mostra que ter apenas “um bom emprego” não é o único caminho para ser bem-sucedido e que pessoas com diferentes perfis também terão a sua chance Imagem:  leia mais […]
  • Encarando a autoavaliação
    Consultor explica por que é mais fácil buscar justificativas externas, elegendo um alvo que nos incomoda e afasta-nos da realidade Imagem:  leia mais […]
  • Os modelos mentais e seus prejuízos
    Abraham Shapiro afirma: “Pressupostos nos empurravam a julgamentos errôneos e falsos sobre fatos e pessoas”. Leia mais! A história é conhecida. Imagem:  leia mais […]
  • 02jul

    Ranking da GFK mede o índice de confiança em profissões e organizações do país e do mundo.

    Os brasileiros confiam mais em jornalistas e publicitários do que nos profissionais de Marketing. É o que indica um estudo realizado pela GFK, que mediu o nível de confiança da população em profissões e organizações no Brasil, nos Estados Unidos, na Colômbia, na Índia e em 15 países da Europa. Por aqui, os jornalistas conquistaram a 6ª posição, com 76% do índice de confiança dos cidadãos, enquanto na média mundial os profissionais ocupam a 11ª colocação, com 41%.

    O ranking nacional também foi melhor para os publicitários, que garantiram o 7º lugar, com 71%. Internacionalmente, a categoria ficou na 15ª colocação, com 30%. Já os profissionais de Marketing brasileiros ficaram na 11ª posição (67%) e, nos outros países, os executivos estão em 13º lugar, com 39%. No ranking geral, os bombeiros são apontados como os profissionais mais confiáveis, citados por 98% dos entrevistados brasileiros e 94% das populações internacionais. A categoria com a pior avaliação é a dos políticos, com 11% de índice de confiança no Brasil e 14% no mundo.

    A GFK também indica que a confiança dos brasileiros nos pesquisadores de mercado aumentou em relação ao ano passado. Com 80% do nível de confiança da população, a profissão subiu da 6ª para a 5ª colocação em 2010. Internacionalmente, esta categoria manteve o desempenho de 2009, com 55%, mas caindo da 8ª para a 9ª posição.

    Fonte: http://bit.ly/aesJ1A

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  • 23mai

    Até hoje na internet o vídeo não é um tipo de conteúdo reconhecido pelo tipo de programação utilizado para montar as interfaces gráficas que compõem os websites, o HTML. Para isto são necessários programas especiais e o mais difundido é o Adobe Flash. Seu plug-in é gratuito, rapidamente instalável e permite a exibição daquelas animações nos web sites que vemos por aí, mas é uma caixa preta e impede a cópia do arquivo pelo usuário como fazemos com textos e fotos.

    No entanto está acontecendo uma transformação silenciosa para a maioria através do surgimento do HTML 5 – uma nova tecnologia de acesso a vídeo na qual não será mais preciso um aplicativo ou programa para assistir a vídeos no computador. O próprio navegador reconhece o arquivo e o oferta ao usuário. Nos últimos meses, os navegadores em geral se adaptaram à nova tecnologia. Com o passar do tempo a tendência é que os web sites também se adequem.

    Grandes organizações estão adotando e defendendo publicamente o vídeo no HTML 5. Entre elas Wikipédia, Google e Apple. Por isto temos visto na internet circular discursos do Steve Jobs contra o flash ou vermos que no Safari não é possível carregar os arquivos em flash nos web sites em que estamos navegando.

    Ainda é difícil prever as consequências, mas é certo que haverá mais liberdade nas criações tendo o vídeo com base. Isto resultará provavelmente em novas estéticas, usos e um maior compartilhamento. 

    Vale acompanhar!

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  • 06mai

    Muito se tem falando sobre SEO, SEM, MOB e SMM. Você sabe a diferença entre essas siglas?

    SEO significa Search Engine Optimization, consiste em aplicar técnicas e padrões nas suas páginas para melhorar o posicionamento nos resultados de buscas. É o que chamamos de busca orgânica.

    SEM significa Search Engine Marketing, consiste em pagar para aparecer. É aquele investimento em banners, links patrocinados que obtem destaques, email marketing. É o que chamamos de campanhas.

    MOB significa Marketing de Otimização de Busca, é um termo brasileiro para substituir as siglas SEO/SEM. Mas o que eu tenho visto é que a sigla SEO é quem tem dominado o assunto, sendo referência para todas as outras siglas.

    SMM significa Social Media Marketing, refere-se às estratégias de marketing utilizando os potenciais das redes sociais.

    Neste momento você pode estar pensando, qual o melhor? Em qual devo investir tempo e/ou dinheiro?

    É uma decisão gerencial. Pois na verdade você deve investir constantemente em ambos. Porém de forma diferente. Pois SEO requer paciência e um trabalho minucioso, onde você obtem resultados expressivos a médio e longo prazo. Enquanto SEM deve ser rápido, para trazer resultados imediatos, com constante acompanhamento de profissionais para verificar o ROI da campanha (Retorno de Investimento). Para que possam em tempo hábil alterar a campanha, otimizando-a.

    Vamos ver uma pequena tabela para separar as diferenças entre SEO e SEM.

    SEO – Otimização Orgânica SEM – Links Patrocinados
    Posição do site controlada pelo buscador Posição do site controlada pelo administrador da campanha
    Apresentação do site na área de resultados orgânicos dos buscadores Apresentação do site na área de links patrocinados dos buscadores, sites parceiros e afiliados
    Não existe custo por clique no link para seu site Existe o custo por clique (CPC) no link para seu site
    Recebe em média de 60% a 70% dos cliques Recebe em média de 30% a 40% dos cliques
    A comunicação apresentada nos resultados depende do conteúdo do site/página Pode se criar o conteúdo de comunicação, independente do conteúdo da página
    Produz resultados em médio e longo prazo Produz resultados imediatos
    Os resultados dependem do conteúdo do seu site e das regras dos buscadores Os resultados são proporcionais ao investimento feito na compra das palavras chaves e sua comunicação nos textos dos links

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  • 15abr

    Google apresenta pesquisa que mostra como pequenas e médias empresas usam a web para anunciar.

    O Google apresentou nesta quinta-feira, 15, em Buenos Aires, uma pesquisa que mostra como as pequenas e médias empresas da América Latina anunciam na internet. A companhia primeiro selecionou 3.600 empresas e descobriu que, destas, 86% já têm algum tipo de website. Dentro desse universo de empresas, 41% são de serviços gerais, 27% de manufatura, 23% de varejo, 4% de serviços financeiros e 2% apenas de e-commerce – o mesmo percentual para empresas de agricultura. “A propaganda online e o e-commerce estão despertando na América Latina”, disse Alexandre Hohagen, presidente do Google para América Latina.

    Desse grupo estudado, mais de 60% já fazem algum tipo de publicidade online. E a ferramenta de busca é a mais utilizada – 38% dos entrevistados recorrem a ela. Em seguida vêm os banners e displays, com 16%, e por fim as plataformas multimídia, com 8%.

    Dos websites, menos de 30% permitem pagamentos online ou invoice. Ou seja, a maioria das empresas não permite que a transação comercial seja finalizada online. O uso de componentes interativos, como o Twitter, continua baixo. Somente 20% planejam agregar essas ferramentas. Entre as empresas pesquisadas, 75% não conhecem o conceito de cloud computing.

    *A repórter viajou à convite do Google

    Fonte:

    Por Paula Ganem, de Buenos Aires*
    15 de Abril de 2010 às 12:08

    http://www.mmonline.com.br/

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  • 13abr

    Participei do 12° Encontro Locaweb que aconteceu em Salvador na semana passada. O evento foi excelente e além de um test drive em primeiríssima mão num iPad, os temas apresentados abordaram as tendências tecnológicas e do mundo web para os próximos tempos. De fato cada vez mais acredito em que somos aquilo que compartilhamos. As novas tecnologias permitem que exercitemos a filosofia de São Francisco de Assis: “é dando que se recebe”. Conceito que também é fundamenta no marketing de relacionamento tão em voga no mundo web.

    As tendências apontadas se resumem no foco na exeriência do usuário e não no aplicativo que ele esteja utilizando, interfaces multitelas e computação nas nuvens. O maior desafio de todos é que a tecnologia avança rápido, mas as mentalidades não. Considerando este aspecto é reconmendável aos empreendedores que além de um bom plano de negócios, aproveitem os recursos web para obter feed back real de seus consumidores para nortear os seus negócios.

    Estamos vivendo de fato uma transformação em aspectos econômicos que eram consagrados e agora abrem espaço para novos modelos como as empresas bonsais, empresas dos empreendedores individuais. Todos estamos imersos numa overdose de informação, de abertura para os valores das singularidades, em que tudo torna-se cada vez mais relativo, em que há maior comunicação e intercâmbio, numa era onde predominam aspectos de globalização, massificação, urbanização, e, uma necessidade latente de expressão nas pessoas que em geral têm encontrado vazão nos meios digitais; eles são perfeitos para isto.

    Mas as mudanças não param por aí. O munda ainda vai evoluir e variar muito. A Internet apenas encurtou distâncias. E isto, apesar de não ser tudo, já foi muito. A Internet tem permitido uma nova escala da inovação das pessoas que têm idéias. Pessoas, como eu ou você, qualquer um que tenha conhecimentos e que possa combiná-los de um jeito singular. Isto é que é criatividade! Isto é o que vai nos tornar notáveis.

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  • 20mar

    Ser notável necessariamente não é o mesmo que ser inovador. Quando você inova em algum aspecto, de forma relevante, você termina por ser notado; mas o inverso necessariamente não acontece. Para ser notável, não é preciso sempre ser inovador. Ser notável pressupõe fazer algo de destaque e para isto você poderá, por exemplo, realizar uma atividade que já seja conhecida, mas deve desenvolvê-la de uma forma especial, sem atrasos, com disciplina, com determinados cuidados e procedimentos que não seja usuais. Ser notável depende mais do que inovação, pressupõe criatividade e um comportamento ritualístico.

    Vamos iniciar pelo ritual de nomear um negócio, um produto, o que quer que seja. Adão e Eva, por exemplo, foram baizados quando nasceram no paraíso, no início do mundo. Naquela época as idéias ainda eram inéditas. Os nomes são curtos, tem boa sonoridade e são fáceis de pronunciar em qualquer língua; ótima escolhas para um trabalho no mercado de forma global. Ambos os nomes definem bem as identidade de cada um: Adão sugere força e tem um som crescente e expansivo, já Eva traz a sensação do acolhimento, de interiorização e tem seu som de forma decrescente. São nomes incomuns, atendem a seus diferentes mercados alvos e formam uma imagem própria muito difícil de ser imitada.

    No mundo dos negócios existem várias tendências entre elas:

    - escolher números e siglas,

    - nomes sem conteúdo e nem passado (evitam disputas por direitos autorais),

    - nomes advindos da união de idéias que atendam a identidade da marca.

    As etapas:

    1. Faça uma lsita de pelo menos 25 nomes (entre idéias registradas pela empresa e sugestões da agência de publicidade);

    2. O marketing escolhe os que soam bem e o jurídico pesquisa problemas de direito autoral e limitações para o registro;

    3. Escolha 5 nomes e faça pesquisa de mercado de forma sigilosa e faça perguntas do tipo “Esta palavra combina com este produto?”;

    4. O nome preferido termina por ser o escolhido.

    O ideal é que pelo menos 2 anos antes de ser lançado, seu projetos já tenha nome e público bem definidos. Este é um processo, que para ser bem feito leva tempo e custa caro.

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  • 27fev

    Seth Godin em seu livro “A Grande Mudança” diz que:

    1- O único modo de crescermos é nos tornando notável;

    2- Para sermos notáveis, a única barreira é a nossa capacidade de convencer nossos parceiros e colegas a fazer isto acontecer.

    De fato isto é verdade. E para sermos notáveis, isto não depende de nós próprios, dependemos do reconhecimento do outro. No caso de um negócio, para ser notável, depende do reconhecimento de seus clientes. E se seus clientes reconhecerem que o serviço que presta, ou o produto que vende, é notável, então por definição seu negócio será notável.

    Entendo por notável o fato de sermos reconhecidos, e não temos controle sobre isto, com uma imagem de detaque, de alguém ou algo que tem um valor cujas pessoas dão importância, reconhecem isto e acreditam que vale a pena falar por isto. É viver e operar um negócio de forma que o normal seja uma pausa entre um constante fluxo de insights que rompem regras, mudam, inovam e mantém o crescimento do negócio. 

    A verdadeira segurança vem do crescimento e das experiências que adiquirimos neste fluxo dinâmico que vem da predisposição de agir com destaque sempre. Este atitude envolve ouvir o mercado, serviço de atendimento ao cliente, forte liderança empreendedora, comunicação integrada e ousadia.

    Referência

    A Grande Mudança: não tente ser perfeito, comece a ser notável /33 grandes autores , editado por Seth Godin; [tradução Thereza Christina Rocque da Matta]. – Barueri, SP : Manole, 2006.

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  • 17fev

    Sendo uma boa baiana, e residindo na cidade responsável pelo maior carnaval de rua do mundo, me senti na responsabilidade de retornar ao trabalho após o período de Carnaval e fazer um post com alguma afinidade ao tema. Minha inspiração veio de um e-mail que recebi questionando a imagem que se construiu da Bahia como terra na qual aqueles que a habitam vivem em clima de ‘festa eterna’ e são preguiçosos. Se o texto que recebi é verdadeiro ou não, não pesquisei para comprovar, mas minha experiência de baiana, empreendedora e profissional que sou me faz concordar que a vida tranqüila e a famosa aversão ao trabalho atribuídas aos baianos não têm base na realidade. O e-mail apresenta a conclusão de uma tese de doutorado cujo tema seria ‘PREGUIÇA BAIANA’. A pesquisa que resultou nessa tese concluiu, resumidamente, que ‘preguiça baiana’ é faceta do racismo e, que, a famosa ‘malemolência’ ou preguiça baiana, na verdade, não passa de racismo.  

    A tese, defendida pela professora de antropologia Elisete Zanlorenzi, da PUC-Campinas, sustenta que o baiano é muitas vezes mais eficiente que o trabalhador das outras regiões do Brasil e contesta a visão de que o morador da Bahia vive em clima de ‘festa eterna’. Pelo contrário, é justamente no período de festas que o baiano mais trabalha. Como 51% da mão-de-obra da população atua no mercado informal, as festas são uma oportunidade de trabalho. ‘Quem se diverte é o turista’, diz a antropóloga.

    O objetivo da tese foi descobrir como a imagem da preguiça baiana surgiu e se consolidou. Elisete concluiu, após quatro anos de pesquisas históricas, que a imagem da preguiça derivou do discurso discriminatórios contra os negros e mestiços, que são cerca de 79% da população da Bahia. O estudo mostra que a elevada porcentagem de negros e mestiços não é uma coincidência. A atribuição da preguiça aos baianos tem um teor racista. A imagem de povo preguiçoso se enraizou no próprio Estado, por meio da elite portuguesa, que considerava os escravos indolentes e preguiçosos, devido às suas expressões faciais de desgosto e a lentidão na execução do serviço (como trabalhar bem-humorado em regime de escravidão??? ?). Depois, se espalhou de forma acentuada no Sul e Sudeste a partir das migrações da década de 40. Todos os que chegavam do Nordeste viraram baianos. Chamá-los de preguiçosos foi a forma de defesa encontrada para denegrir a imagem dos trabalhadores nordestinos (muito mais paraibanos do que propriamente baianos), taxando-os como desqualificados, estabelecendo fronteiras simbólicas entre dois mundos como forma de ‘proteção’ dos seus empregos.

    Elisete afirma que os próprios artistas da Bahia, como Dorival Caymmi, Caetano Veloso e Gilberto Gil, têm responsabilidade na popularização da imagem. ‘Eles desenvolveram esse discurso para marcar um diferencial nas cidades industrializadas e urbanas. A preguiça, aí, aparece como uma especiaria que a Bahia oferece para o Brasil’, diz Elisete. Até Caetano se contradiz quando vende uma imagem e diz: ‘A fama não corresponde à realidade. Eu trabalho muito e vejo pessoas trabalhando na Bahia como em qualquer lugar do mundo’. Segundo a tese, a preguiça foi apropriada por outro segmento: a indústria do turismo, que incorporou a imagem para vender uma idéia de lazer permanente ‘Só que Salvador é uma das principais capitais industriais do país, com um ritmo tão urbano quanto o das demais cidades.’ O maior pólo petroquímico do país está na Bahia, assim como o maior pólo industrial do norte e nordeste, crescendo de forma tão acelerada que, em cerca de 10 anos será o maior pólo industrial na América latina.

    Para tirar as conclusões acerca da origem do termo ‘preguiça baiana’, a antropóloga pesquisou em jornais de 1949 até 1985 e estudou o comportamento dos trabalhadores em empresas. O estudo comprovou que o calendário das festas não interfere no comparecimento ao trabalho. O feriado de carnaval na Bahia coincide com o do resto do país. Os recessos de final de ano também. A única diferença é no São João (dia 24 /06), que é feriado em todo o norte e nordeste (e não só na Bahia). Em fevereiro (Carnaval) uma empresa, cuja sede encontra-se no Pólo Petroquímico da Bahia, teve mais faltas na filial de São Paulo que na matriz baiana (sendo que o n° de funcionários na matriz é 50% maior do que na filial citada). Outro exemplo: a Xerox do Nordeste, que fica na Bahia, ganhou os dois prêmios de qualidade no trabalho dados pela Câmara Americana de Comércio (e foi a única do Brasil). Pesquisas demonstram que é no Rio de Janeiro que existem mais dos chamados ‘desocupados’ (pessoas em faixa etária superior a 21 anos que transitam por shoppings, praias, ambientes de lazer e principalmente bares de bairros durante os dias da semana entre 9 e 18h), considerando levantamento feito em todos os estados brasileiros. A Bahia aparece em 13° lugar.

    Acredita-se hoje (e ainda por mais uns 5 a 7 anos) que a Bahia é o melhor lugar para investimento industrial e turístico da América Latina, devido a fatores como incentivos fiscais, recursos naturais e campo para o mercado ainda não saturado. O investimento industrial e turístico tem atraído muitos recursos para o estado e inflando a economia, sobretudo de Salvador, o que tem feito inflar também o mercado financeiro (bancos, financeiras e empresas prestadoras de serviços como escritórios de advocacia, empresas de auditoria, administradoras e lojas do terceiro setor). 

    Fica, então, aqui registrada a intenção de que nós baianos e, principalmente, aqueles que também são profssionais do marketing, o compromisso de contribuir para a transformação da imagem do produto ‘Bahia’ e de seu povo, como um local próspero, criativo, saudável e feliz, onde o trabalho não precisa opor-se ao lazer.

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  • 08fev

    Toda ferramenta de divulgação funciona desde que haja pertinência e que seja utilizada estrategicamente. Tanto o website, como e-mail marketing e as redes sociais são ferramentas de divulgação e, principalmente, de interação com seus consumidores.

    No caso do website, você pode desenvolver e publicar, mas se para por aí não adianta. A falta de divulgação de websites é bem comum de acontecer. Costumo dizer que se você quer se esconder, publique uma página na Internet, ninguém vai lhe encontrar! Para tornar o site conhecido e visitado na Internet é preciso ter uma boa estratégia e investir na divulgação. Também é importante monitorar os acessos. O contador de visitas na página não se utiliza mais. O servidor que hospeda o seu site deve oferecer numa área restrita ao administrador que disponibiliza as estattíscas do acesso.

    Enviar a mala direta por e-mail é uma ação chamada de e-mail marketing. Ou você envia por seu programa de e-mail de grupos em grupos de destinatários, ficando sem controle do resultado, ou contrata uma solução de e-mail marketing. Tem um custo inicial de consultoria e implantação, depois custo mensal de manutenção e investimento em cada nova campanha. Tem programas próprios para isto. Mas é uma ferramenta complexa e séria. Só deve iniciar se for se dedicar e investir nisso.

    As novas redes sociais também podem ajudar na estratégia de comunicação das empresas. Redes sociais tipo Orkut, Facebook, Linkedin, Twitter, entre outras, permitem que as empresas tenham uma comunicação mais transparente, desde que estejam dispostas a ter este tipo de fluxo de informação. Com as redes sociais, passa a existir a possibilidade de uma comunicação reativa por parte do público independente do que a empresa diz sobre ela mesma ou seus produtos/serviços. 

    Em relação a custo x benefício do investimento na divulgação através dessas redes em comparação com as redes tradicionais (site, mailings, tv, rádio, jornal impresso) acredito que tudo seja relativo, depende do contexto, do objetivo a ser atingido, da pertinência do conteúdo e da relação, não há uma resposta padrão. Quanto à visibilidade trazida por essas redes, se bem administradas, acredito que permitam que façamos uma “segmentação da segmentação”, entre outros recusros, mas cabe à nós profissionais saber como aproveitá-los.

    Fazer campanhas de comunicação bem administradas e mais direcionadas não depende das ferramentas utilizadas, mas está extremamente atrelado a uma visão estratégica bem focada no que é preciso realizar.

    As redes sociais são hoje usadas por cerca de 29 milhões de brasileiros e pensando nos riscos que podem ser encontrados na web, a organização do Dia Internacional de Segurança em Informática (Disi) disponibilizou em seu site uma cartilha com recomendações de segurança aos usuários de redes sociais. O material foi lançado no Dia Internacional de Segurança em Informática, comemorado na Universidade Federal da Bahia (UFBA). O texto foi elaborado pelo Centro de Atendimento a Incidentes de Segurança (Cais) da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP/MCT) e divide as dicas com foco nas redes mais populares no Brasil: Orkut, Twitter e Facebook.

    As principais recomendações e que valem para qualquer site de relacionamento, incluem:

    - Crie senhas com pelo menos oito caracteres, misturando letras, números e sinais. E troque-as com frequência;

    - Muita atenção na hora de aceitar amigos. Tente reconhecer a pessoa pela foto e informações apresentadas. Amigos demais podem indicar um perfil fraudulento;

    - Cuidado com os encurtadores de URL. Você pode, sem saber, ser direcionado para sites maliciosos;

    - E, sobretudo, não divulgue informações pessoais, como endereço, telefones, e-mail e dados bancários.

    As redes sociais são ótimas ferramentas para manter contato com seus amigos, se informar e se divertir. Basta saber usá-las com responsabilidade tanto de forma pessoal, como para divulgação empresarial.

    Clique aqui e baixe a cartilha de segurança nas redes sociais (1,16 Mb – Arquivo PDF).

    FONTE: Ministério de Ciência e Tecnologia

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  • 01fev

    A maioria das empresas grandes e consolidadas no mercado são mais resistentes a novas ideias e projetos. Os empreendimentos inovadores são mais bem aceitos em empresas nascentes, que ainda estão buscando se colocar no mercado. A constatação é fruto de um estudo do Instituto de Psicologia (IP) da USP, que avaliou a importância da criatividade humana no mundo dos negócios.

    A psicóloga Lisete Barlach, autora da pesquisa, relata que o interesse no assunto começou ainda no mestrado, quando investigou como as pessoas desenvolvem ideias criativas para lidar com situações adversas. “Uma pessoa com uma doença terminal pode desenvolver uma solução criativa para que consiga viver o resto da vida com qualidade, apesar da doença” exemplifica a pesquisadora.

    O tema da criatividade no trabalho é muito próximo ao da inovação, mas são coisas diferentes. “Por exemplo, um cata-vento de criança e uma usina eólica têm o mesmo princípio de funcionamento. A ideia de transformar um cata-vento em uma usina é uma ideia criativa. Já uma inovação é o ato de investir em pesquisa, desenvolver a usina e conseguir pessoas que patrocinem esse empreendimento, ou seja, é transformar a ideia criativa em realidade”, explica Lisete.

    Muitas vezes o profissional tem uma ideia criativa que não produz uma inovação. Hoje, o trabalho humano dentro das organizações demanda que cada profissional seja um empreendedor inovador e criativo. “Não há mais espaço para uma coisa pronta, para tarefas pré-determinadas, com horário, ordem e formas fixas. Nada é tão previsível e tão linear”, enfatiza Lisete.

    Para o estudo, defendido como tese de doutorado em novembro passado, Lisete analisou 6 das 20 entrevistas realizadas com empreendedores que criaram novos negócios inovadores no Centro de Inovação, Empreendedorismo e Tecnologia (Cietec), que é a incubadora de empresas da USP. “Eu fiz entrevistas qualitativas, em profundidade, sem intenção de generalizar os dados. As perguntas abordavam o surgimento da ideia, como nasceu, quais as dificuldades enfrentadas para os novos empresários viabilizarem aquele negócio, entre outras”, esclarece.

    Lisete observou que a maioria dos novos empreendedores tinha tentado vender a ideia dentro de grandes empresas (como intraempreendedores), que resistiram em levar adiante esses projetos. “Uma das entrevistadas era uma engenheira química, que trabalhava como gerente de projetos numa indústria de adesivos. Num determinado momento, ela resolveu desenvolver adesivos que fossem ecologicamente corretos e sem substâncias tóxicas na sua composição. A empresa recusou sua proposta alegando que o tempo e o custo para desenvolver tais adesivos seriam muito altos. Então, ela pediu demissão e resolveu abrir uma pequena empresa para viabilizar aquela ideia”, narra a psicóloga.

    Pouco espaço para novas ideias

    A partir das entrevistas, Lisete observou que inovação e criatividade são mais fáceis em empresas nascentes, porque aquelas que já estão inseridas no mercado de uma maneira sólida e consolidada têm a tendência de não enxergar mais aquilo que é novo. “O motivo principal é o que chamamos de ambidestria organizacional, que é o fato de uma empresa ter que, ao mesmo tempo, manter aquilo que já conquistou e inovar permanentemente para não ficar para trás e sair do mercado”, analisa.

    Embora se reconheça a importância da inovação e da criatividade para o mundo de hoje, pouco se estuda sobre o assunto. As técnicas para desenvolver o tema da criatividade são muito incipientes e pouco fundamentadas. “Todos dizem que é preciso ter um diferencial competitivo, mas como se desenvolve esse diferencial? Quais fatores ajudam a desenvolver a criatividade e que fatores bloqueiam ou impedem a pessoa de ser criativa?”, questiona a psicóloga. “O estudo é importante porque podemos mostrar às pessoas o que pode ajudá-las a serem mais criativas e o que pode ser um obstáculo para a criatividade”, destaca.

    Muitas vezes a cultura da empresa breca a criatividade das pessoas. Ideias geniais, que poderiam salvar empresas, são abandonadas dessa forma. “Um fator que ajuda, por exemplo, é a segurança psicológica. Uma pessoa precisa se sentir confortável para colocar uma ideia na mesa, assim como precisa aprender a receber críticas. É preciso um clima favorável para novas ideias”, conclui.

    Hoje, a empresa de adesivos ecologicamente corretos é uma indústria grande, consolidada no mercado. Antes, porém, a engenheira química teve de convencer o mercado que seus adesivos eram tão bons quanto aqueles que continham substâncias tóxicas em sua composição.

    Fonte: Agência USP de Notícias

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