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    Estudo da FIA aponta que “boom” para cargos executivos ligados à inovação deverá seguir até 2020  Imagem:  Slider 1 Imagem:  leia mais […]
  • Ensino superior mais próximo das empresas
    Universidade abre portas para empreendedores e promovem a inovação no País Um dos maiores desafios do Brasil tem sido investir em inovação. Como existe um consenso no mercado de que grandes ideias nascem em pequenos negócios, aproximar empreendedores criativos dos centros de pesquisa e do desenvolvimento nas universidades tornou-se fundamental para ampliar o […]
  • Varejo irá crescer após primeiro trimestre
    Vendas iniciam de forma modesta, mas deve acelerar a partir de abril, segundo levantamento da FIA e Câmara dos Dirigentes e Lojistas Pesquisas de mercado começam a ser divulgadas e demonstram que o comércio brasileiro inicia o ano menos aquecido que em 2011. A Fundação Instituto de Administração (FIA), em parceria com a Felisoni Consultores Associados, fez u […]
  • Ações que funcionam na prática
    Empresas como Intel e Gartner afirmam que a implementação de rotinas simples e cuidado na aquisição de novos equipamentos podem gerar grande ganho sustentável  Imagem:  Slider 1 Imagem:  leia mais […]
  • Kraft e TerraCycle reduzem impacto de embalagens no ambiente
    Empresas promovem ação recorde para chamar atenção ao descarte de resíduos e para incentivar o reaproveitamento O “Esquadrão Verde Tang”, uma parceria entre a alimentícia Kraft Foods e a TerraCycle, empresa pioneira em processo de “upcycling” (criação de novos produtos com a valorização visual de embalagens de produtos antigos difíceis de serem recicladas), […]
  • O que fazer para melhorar a produtividade em 2012?
    Especialista garante que a má otimização dos processos é uma das principais causas da falta de competitividade dos preços  Imagem:  Slider 1 Imagem:  leia mais […]
  • Rotinas bem estabelecidas levam a ciclo contínuo de ideias
    Com as ferramentas e processos adequados é possível estabelecer rotinas de trabalho que garantam o desenvolvimento contínuo de novas ideias e processosA compreensão dos processos criativos dentro de uma empresa deve ter início pela definição dos tipos de inovação a ela inerentes. Há inovações que são de cunho tecnológico, que implicam no desenvolvimento de u […]
  • O que é a inovação em seu segmento de atuação?
    A diretora de marketing da Unilever, alerta que a inovação precisa também ser “filtrada” de modo a atender os ensejos do público e da empresa Os gestores sabem da importância da inovação e vivem constantemente sob a pressão de que é preciso inovar em produtos e processos para ganhar produtividade e conquistar cada vez mais espaço no mercado. Mas o que é a in […]
  • Auditorias devem fazer parte das ações estratégicas da empresa
    Processo pode garantir controle de execução e valorizar a organização, interna e externamente Seja por exigência legal ou por iniciativa interna da diretoria, as auditorias, em suas mais variadas formas, vêm ganhando espaço no dia a dia das empresas brasileiras e sendo vistas como instrumento estratégico e preventivo de gestão. Imagem:  […]
  • Imagem e capital humano ainda são incentivadores de políticas sustentáveis nas empresas
    Pesquisa da Amcham revela que 18% das empresas já relacionam o tema com seus modelos de gestão A Câmara Americana do Comércio (Amcham) apontou em recente pesquisa realizada com 76 de seus associados que o retorno de imagem e a qualificação e desenvolvimento do capital humano ainda são os principais alvos das ações sustentáveis empresariais. Imagem:  […]
  • 27fev

    Seth Godin em seu livro “A Grande Mudança” diz que:

    1- O único modo de crescermos é nos tornando notável;

    2- Para sermos notáveis, a única barreira é a nossa capacidade de convencer nossos parceiros e colegas a fazer isto acontecer.

    De fato isto é verdade. E para sermos notáveis, isto não depende de nós próprios, dependemos do reconhecimento do outro. No caso de um negócio, para ser notável, depende do reconhecimento de seus clientes. E se seus clientes reconhecerem que o serviço que presta, ou o produto que vende, é notável, então por definição seu negócio será notável.

    Entendo por notável o fato de sermos reconhecidos, e não temos controle sobre isto, com uma imagem de detaque, de alguém ou algo que tem um valor cujas pessoas dão importância, reconhecem isto e acreditam que vale a pena falar por isto. É viver e operar um negócio de forma que o normal seja uma pausa entre um constante fluxo de insights que rompem regras, mudam, inovam e mantém o crescimento do negócio. 

    A verdadeira segurança vem do crescimento e das experiências que adiquirimos neste fluxo dinâmico que vem da predisposição de agir com destaque sempre. Este atitude envolve ouvir o mercado, serviço de atendimento ao cliente, forte liderança empreendedora, comunicação integrada e ousadia.

    Referência

    A Grande Mudança: não tente ser perfeito, comece a ser notável /33 grandes autores , editado por Seth Godin; [tradução Thereza Christina Rocque da Matta]. – Barueri, SP : Manole, 2006.

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  • 17fev

    Sendo uma boa baiana, e residindo na cidade responsável pelo maior carnaval de rua do mundo, me senti na responsabilidade de retornar ao trabalho após o período de Carnaval e fazer um post com alguma afinidade ao tema. Minha inspiração veio de um e-mail que recebi questionando a imagem que se construiu da Bahia como terra na qual aqueles que a habitam vivem em clima de ‘festa eterna’ e são preguiçosos. Se o texto que recebi é verdadeiro ou não, não pesquisei para comprovar, mas minha experiência de baiana, empreendedora e profissional que sou me faz concordar que a vida tranqüila e a famosa aversão ao trabalho atribuídas aos baianos não têm base na realidade. O e-mail apresenta a conclusão de uma tese de doutorado cujo tema seria ‘PREGUIÇA BAIANA’. A pesquisa que resultou nessa tese concluiu, resumidamente, que ‘preguiça baiana’ é faceta do racismo e, que, a famosa ‘malemolência’ ou preguiça baiana, na verdade, não passa de racismo.  

    A tese, defendida pela professora de antropologia Elisete Zanlorenzi, da PUC-Campinas, sustenta que o baiano é muitas vezes mais eficiente que o trabalhador das outras regiões do Brasil e contesta a visão de que o morador da Bahia vive em clima de ‘festa eterna’. Pelo contrário, é justamente no período de festas que o baiano mais trabalha. Como 51% da mão-de-obra da população atua no mercado informal, as festas são uma oportunidade de trabalho. ‘Quem se diverte é o turista’, diz a antropóloga.

    O objetivo da tese foi descobrir como a imagem da preguiça baiana surgiu e se consolidou. Elisete concluiu, após quatro anos de pesquisas históricas, que a imagem da preguiça derivou do discurso discriminatórios contra os negros e mestiços, que são cerca de 79% da população da Bahia. O estudo mostra que a elevada porcentagem de negros e mestiços não é uma coincidência. A atribuição da preguiça aos baianos tem um teor racista. A imagem de povo preguiçoso se enraizou no próprio Estado, por meio da elite portuguesa, que considerava os escravos indolentes e preguiçosos, devido às suas expressões faciais de desgosto e a lentidão na execução do serviço (como trabalhar bem-humorado em regime de escravidão??? ?). Depois, se espalhou de forma acentuada no Sul e Sudeste a partir das migrações da década de 40. Todos os que chegavam do Nordeste viraram baianos. Chamá-los de preguiçosos foi a forma de defesa encontrada para denegrir a imagem dos trabalhadores nordestinos (muito mais paraibanos do que propriamente baianos), taxando-os como desqualificados, estabelecendo fronteiras simbólicas entre dois mundos como forma de ‘proteção’ dos seus empregos.

    Elisete afirma que os próprios artistas da Bahia, como Dorival Caymmi, Caetano Veloso e Gilberto Gil, têm responsabilidade na popularização da imagem. ‘Eles desenvolveram esse discurso para marcar um diferencial nas cidades industrializadas e urbanas. A preguiça, aí, aparece como uma especiaria que a Bahia oferece para o Brasil’, diz Elisete. Até Caetano se contradiz quando vende uma imagem e diz: ‘A fama não corresponde à realidade. Eu trabalho muito e vejo pessoas trabalhando na Bahia como em qualquer lugar do mundo’. Segundo a tese, a preguiça foi apropriada por outro segmento: a indústria do turismo, que incorporou a imagem para vender uma idéia de lazer permanente ‘Só que Salvador é uma das principais capitais industriais do país, com um ritmo tão urbano quanto o das demais cidades.’ O maior pólo petroquímico do país está na Bahia, assim como o maior pólo industrial do norte e nordeste, crescendo de forma tão acelerada que, em cerca de 10 anos será o maior pólo industrial na América latina.

    Para tirar as conclusões acerca da origem do termo ‘preguiça baiana’, a antropóloga pesquisou em jornais de 1949 até 1985 e estudou o comportamento dos trabalhadores em empresas. O estudo comprovou que o calendário das festas não interfere no comparecimento ao trabalho. O feriado de carnaval na Bahia coincide com o do resto do país. Os recessos de final de ano também. A única diferença é no São João (dia 24 /06), que é feriado em todo o norte e nordeste (e não só na Bahia). Em fevereiro (Carnaval) uma empresa, cuja sede encontra-se no Pólo Petroquímico da Bahia, teve mais faltas na filial de São Paulo que na matriz baiana (sendo que o n° de funcionários na matriz é 50% maior do que na filial citada). Outro exemplo: a Xerox do Nordeste, que fica na Bahia, ganhou os dois prêmios de qualidade no trabalho dados pela Câmara Americana de Comércio (e foi a única do Brasil). Pesquisas demonstram que é no Rio de Janeiro que existem mais dos chamados ‘desocupados’ (pessoas em faixa etária superior a 21 anos que transitam por shoppings, praias, ambientes de lazer e principalmente bares de bairros durante os dias da semana entre 9 e 18h), considerando levantamento feito em todos os estados brasileiros. A Bahia aparece em 13° lugar.

    Acredita-se hoje (e ainda por mais uns 5 a 7 anos) que a Bahia é o melhor lugar para investimento industrial e turístico da América Latina, devido a fatores como incentivos fiscais, recursos naturais e campo para o mercado ainda não saturado. O investimento industrial e turístico tem atraído muitos recursos para o estado e inflando a economia, sobretudo de Salvador, o que tem feito inflar também o mercado financeiro (bancos, financeiras e empresas prestadoras de serviços como escritórios de advocacia, empresas de auditoria, administradoras e lojas do terceiro setor). 

    Fica, então, aqui registrada a intenção de que nós baianos e, principalmente, aqueles que também são profssionais do marketing, o compromisso de contribuir para a transformação da imagem do produto ‘Bahia’ e de seu povo, como um local próspero, criativo, saudável e feliz, onde o trabalho não precisa opor-se ao lazer.

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  • 08fev

    Toda ferramenta de divulgação funciona desde que haja pertinência e que seja utilizada estrategicamente. Tanto o website, como e-mail marketing e as redes sociais são ferramentas de divulgação e, principalmente, de interação com seus consumidores.

    No caso do website, você pode desenvolver e publicar, mas se para por aí não adianta. A falta de divulgação de websites é bem comum de acontecer. Costumo dizer que se você quer se esconder, publique uma página na Internet, ninguém vai lhe encontrar! Para tornar o site conhecido e visitado na Internet é preciso ter uma boa estratégia e investir na divulgação. Também é importante monitorar os acessos. O contador de visitas na página não se utiliza mais. O servidor que hospeda o seu site deve oferecer numa área restrita ao administrador que disponibiliza as estatísticas do acesso.

    Enviar a mala direta por e-mail é uma ação chamada de e-mail marketing. Ou você envia por seu programa de e-mail de grupos em grupos de destinatários, ficando sem controle do resultado, ou contrata uma solução de e-mail marketing. Tem um custo inicial de consultoria e implantação, depois custo mensal de manutenção e investimento em cada nova campanha. Tem programas próprios para isto. Mas é uma ferramenta complexa e séria. Só deve iniciar se for se dedicar e investir nisso.

    As novas redes sociais também podem ajudar na estratégia de comunicação das empresas. Redes sociais tipo Orkut, Facebook, Linkedin, Twitter, entre outras, permitem que as empresas tenham uma comunicação mais transparente, desde que estejam dispostas a ter este tipo de fluxo de informação. Com as redes sociais, passa a existir a possibilidade de uma comunicação reativa por parte do público independente do que a empresa diz sobre ela mesma ou seus produtos/serviços. 

    Em relação a custo x benefício do investimento na divulgação através dessas redes em comparação com as redes tradicionais (site, mailings, tv, rádio, jornal impresso) acredito que tudo seja relativo, depende do contexto, do objetivo a ser atingido, da pertinência do conteúdo e da relação, não há uma resposta padrão. Quanto à visibilidade trazida por essas redes, se bem administradas, acredito que permitam que façamos uma “segmentação da segmentação”, entre outros recusros, mas cabe à nós profissionais saber como aproveitá-los.

    Fazer campanhas de comunicação bem administradas e mais direcionadas não depende das ferramentas utilizadas, mas está extremamente atrelado a uma visão estratégica bem focada no que é preciso realizar.

    As redes sociais são hoje usadas por cerca de 29 milhões de brasileiros e pensando nos riscos que podem ser encontrados na web, a organização do Dia Internacional de Segurança em Informática (Disi) disponibilizou em seu site uma cartilha com recomendações de segurança aos usuários de redes sociais. O material foi lançado no Dia Internacional de Segurança em Informática, comemorado na Universidade Federal da Bahia (UFBA). O texto foi elaborado pelo Centro de Atendimento a Incidentes de Segurança (Cais) da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP/MCT) e divide as dicas com foco nas redes mais populares no Brasil: Orkut, Twitter e Facebook.

    As principais recomendações e que valem para qualquer site de relacionamento, incluem:

    - Crie senhas com pelo menos oito caracteres, misturando letras, números e sinais. E troque-as com frequência;

    - Muita atenção na hora de aceitar amigos. Tente reconhecer a pessoa pela foto e informações apresentadas. Amigos demais podem indicar um perfil fraudulento;

    - Cuidado com os encurtadores de URL. Você pode, sem saber, ser direcionado para sites maliciosos;

    - E, sobretudo, não divulgue informações pessoais, como endereço, telefones, e-mail e dados bancários.

    As redes sociais são ótimas ferramentas para manter contato com seus amigos, se informar e se divertir. Basta saber usá-las com responsabilidade tanto de forma pessoal, como para divulgação empresarial.

    Clique aqui e baixe a cartilha de segurança nas redes sociais (1,16 Mb – Arquivo PDF).

    FONTE: Ministério de Ciência e Tecnologia

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  • 01fev

    A maioria das empresas grandes e consolidadas no mercado são mais resistentes a novas ideias e projetos. Os empreendimentos inovadores são mais bem aceitos em empresas nascentes, que ainda estão buscando se colocar no mercado. A constatação é fruto de um estudo do Instituto de Psicologia (IP) da USP, que avaliou a importância da criatividade humana no mundo dos negócios.

    A psicóloga Lisete Barlach, autora da pesquisa, relata que o interesse no assunto começou ainda no mestrado, quando investigou como as pessoas desenvolvem ideias criativas para lidar com situações adversas. “Uma pessoa com uma doença terminal pode desenvolver uma solução criativa para que consiga viver o resto da vida com qualidade, apesar da doença” exemplifica a pesquisadora.

    O tema da criatividade no trabalho é muito próximo ao da inovação, mas são coisas diferentes. “Por exemplo, um cata-vento de criança e uma usina eólica têm o mesmo princípio de funcionamento. A ideia de transformar um cata-vento em uma usina é uma ideia criativa. Já uma inovação é o ato de investir em pesquisa, desenvolver a usina e conseguir pessoas que patrocinem esse empreendimento, ou seja, é transformar a ideia criativa em realidade”, explica Lisete.

    Muitas vezes o profissional tem uma ideia criativa que não produz uma inovação. Hoje, o trabalho humano dentro das organizações demanda que cada profissional seja um empreendedor inovador e criativo. “Não há mais espaço para uma coisa pronta, para tarefas pré-determinadas, com horário, ordem e formas fixas. Nada é tão previsível e tão linear”, enfatiza Lisete.

    Para o estudo, defendido como tese de doutorado em novembro passado, Lisete analisou 6 das 20 entrevistas realizadas com empreendedores que criaram novos negócios inovadores no Centro de Inovação, Empreendedorismo e Tecnologia (Cietec), que é a incubadora de empresas da USP. “Eu fiz entrevistas qualitativas, em profundidade, sem intenção de generalizar os dados. As perguntas abordavam o surgimento da ideia, como nasceu, quais as dificuldades enfrentadas para os novos empresários viabilizarem aquele negócio, entre outras”, esclarece.

    Lisete observou que a maioria dos novos empreendedores tinha tentado vender a ideia dentro de grandes empresas (como intraempreendedores), que resistiram em levar adiante esses projetos. “Uma das entrevistadas era uma engenheira química, que trabalhava como gerente de projetos numa indústria de adesivos. Num determinado momento, ela resolveu desenvolver adesivos que fossem ecologicamente corretos e sem substâncias tóxicas na sua composição. A empresa recusou sua proposta alegando que o tempo e o custo para desenvolver tais adesivos seriam muito altos. Então, ela pediu demissão e resolveu abrir uma pequena empresa para viabilizar aquela ideia”, narra a psicóloga.

    Pouco espaço para novas ideias

    A partir das entrevistas, Lisete observou que inovação e criatividade são mais fáceis em empresas nascentes, porque aquelas que já estão inseridas no mercado de uma maneira sólida e consolidada têm a tendência de não enxergar mais aquilo que é novo. “O motivo principal é o que chamamos de ambidestria organizacional, que é o fato de uma empresa ter que, ao mesmo tempo, manter aquilo que já conquistou e inovar permanentemente para não ficar para trás e sair do mercado”, analisa.

    Embora se reconheça a importância da inovação e da criatividade para o mundo de hoje, pouco se estuda sobre o assunto. As técnicas para desenvolver o tema da criatividade são muito incipientes e pouco fundamentadas. “Todos dizem que é preciso ter um diferencial competitivo, mas como se desenvolve esse diferencial? Quais fatores ajudam a desenvolver a criatividade e que fatores bloqueiam ou impedem a pessoa de ser criativa?”, questiona a psicóloga. “O estudo é importante porque podemos mostrar às pessoas o que pode ajudá-las a serem mais criativas e o que pode ser um obstáculo para a criatividade”, destaca.

    Muitas vezes a cultura da empresa breca a criatividade das pessoas. Ideias geniais, que poderiam salvar empresas, são abandonadas dessa forma. “Um fator que ajuda, por exemplo, é a segurança psicológica. Uma pessoa precisa se sentir confortável para colocar uma ideia na mesa, assim como precisa aprender a receber críticas. É preciso um clima favorável para novas ideias”, conclui.

    Hoje, a empresa de adesivos ecologicamente corretos é uma indústria grande, consolidada no mercado. Antes, porém, a engenheira química teve de convencer o mercado que seus adesivos eram tão bons quanto aqueles que continham substâncias tóxicas em sua composição.

    Fonte: Agência USP de Notícias

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