Twitter

Agenda

fevereiro 2012
S T Q Q S S D
« dez    
 12345
6789101112
13141516171819
20212223242526
272829  

RSS HSM Brasil – Marketing

  • Cargo de CIO deve ser um dos mais promissores até 2020
    Estudo da FIA aponta que “boom” para cargos executivos ligados à inovação deverá seguir até 2020  Imagem:  Slider 1 Imagem:  leia mais […]
  • Ensino superior mais próximo das empresas
    Universidade abre portas para empreendedores e promovem a inovação no País Um dos maiores desafios do Brasil tem sido investir em inovação. Como existe um consenso no mercado de que grandes ideias nascem em pequenos negócios, aproximar empreendedores criativos dos centros de pesquisa e do desenvolvimento nas universidades tornou-se fundamental para ampliar o […]
  • Varejo irá crescer após primeiro trimestre
    Vendas iniciam de forma modesta, mas deve acelerar a partir de abril, segundo levantamento da FIA e Câmara dos Dirigentes e Lojistas Pesquisas de mercado começam a ser divulgadas e demonstram que o comércio brasileiro inicia o ano menos aquecido que em 2011. A Fundação Instituto de Administração (FIA), em parceria com a Felisoni Consultores Associados, fez u […]
  • Ações que funcionam na prática
    Empresas como Intel e Gartner afirmam que a implementação de rotinas simples e cuidado na aquisição de novos equipamentos podem gerar grande ganho sustentável  Imagem:  Slider 1 Imagem:  leia mais […]
  • Kraft e TerraCycle reduzem impacto de embalagens no ambiente
    Empresas promovem ação recorde para chamar atenção ao descarte de resíduos e para incentivar o reaproveitamento O “Esquadrão Verde Tang”, uma parceria entre a alimentícia Kraft Foods e a TerraCycle, empresa pioneira em processo de “upcycling” (criação de novos produtos com a valorização visual de embalagens de produtos antigos difíceis de serem recicladas), […]
  • O que fazer para melhorar a produtividade em 2012?
    Especialista garante que a má otimização dos processos é uma das principais causas da falta de competitividade dos preços  Imagem:  Slider 1 Imagem:  leia mais […]
  • Rotinas bem estabelecidas levam a ciclo contínuo de ideias
    Com as ferramentas e processos adequados é possível estabelecer rotinas de trabalho que garantam o desenvolvimento contínuo de novas ideias e processosA compreensão dos processos criativos dentro de uma empresa deve ter início pela definição dos tipos de inovação a ela inerentes. Há inovações que são de cunho tecnológico, que implicam no desenvolvimento de u […]
  • O que é a inovação em seu segmento de atuação?
    A diretora de marketing da Unilever, alerta que a inovação precisa também ser “filtrada” de modo a atender os ensejos do público e da empresa Os gestores sabem da importância da inovação e vivem constantemente sob a pressão de que é preciso inovar em produtos e processos para ganhar produtividade e conquistar cada vez mais espaço no mercado. Mas o que é a in […]
  • Auditorias devem fazer parte das ações estratégicas da empresa
    Processo pode garantir controle de execução e valorizar a organização, interna e externamente Seja por exigência legal ou por iniciativa interna da diretoria, as auditorias, em suas mais variadas formas, vêm ganhando espaço no dia a dia das empresas brasileiras e sendo vistas como instrumento estratégico e preventivo de gestão. Imagem:  […]
  • Imagem e capital humano ainda são incentivadores de políticas sustentáveis nas empresas
    Pesquisa da Amcham revela que 18% das empresas já relacionam o tema com seus modelos de gestão A Câmara Americana do Comércio (Amcham) apontou em recente pesquisa realizada com 76 de seus associados que o retorno de imagem e a qualificação e desenvolvimento do capital humano ainda são os principais alvos das ações sustentáveis empresariais. Imagem:  […]
  • 20mar

    Ser notável necessariamente não é o mesmo que ser inovador. Quando você inova em algum aspecto, de forma relevante, você termina por ser notado; mas o inverso necessariamente não acontece. Para ser notável, não é preciso sempre ser inovador. Ser notável pressupõe fazer algo de destaque e para isto você poderá, por exemplo, realizar uma atividade que já seja conhecida, mas deve desenvolvê-la de uma forma especial, sem atrasos, com disciplina, com determinados cuidados e procedimentos que não seja usuais. Ser notável depende mais do que inovação, pressupõe criatividade e um comportamento ritualístico.

    Vamos iniciar pelo ritual de nomear um negócio, um produto, o que quer que seja. Adão e Eva, por exemplo, foram baizados quando nasceram no paraíso, no início do mundo. Naquela época as idéias ainda eram inéditas. Os nomes são curtos, tem boa sonoridade e são fáceis de pronunciar em qualquer língua; ótima escolhas para um trabalho no mercado de forma global. Ambos os nomes definem bem as identidade de cada um: Adão sugere força e tem um som crescente e expansivo, já Eva traz a sensação do acolhimento, de interiorização e tem seu som de forma decrescente. São nomes incomuns, atendem a seus diferentes mercados alvos e formam uma imagem própria muito difícil de ser imitada.

    No mundo dos negócios existem várias tendências entre elas:

    - escolher números e siglas,

    - nomes sem conteúdo e nem passado (evitam disputas por direitos autorais),

    - nomes advindos da união de idéias que atendam a identidade da marca.

    As etapas:

    1. Faça uma lsita de pelo menos 25 nomes (entre idéias registradas pela empresa e sugestões da agência de publicidade);

    2. O marketing escolhe os que soam bem e o jurídico pesquisa problemas de direito autoral e limitações para o registro;

    3. Escolha 5 nomes e faça pesquisa de mercado de forma sigilosa e faça perguntas do tipo “Esta palavra combina com este produto?”;

    4. O nome preferido termina por ser o escolhido.

    O ideal é que pelo menos 2 anos antes de ser lançado, seu projetos já tenha nome e público bem definidos. Este é um processo, que para ser bem feito leva tempo e custa caro.

    Tags: , , ,

  • 01fev

    A maioria das empresas grandes e consolidadas no mercado são mais resistentes a novas ideias e projetos. Os empreendimentos inovadores são mais bem aceitos em empresas nascentes, que ainda estão buscando se colocar no mercado. A constatação é fruto de um estudo do Instituto de Psicologia (IP) da USP, que avaliou a importância da criatividade humana no mundo dos negócios.

    A psicóloga Lisete Barlach, autora da pesquisa, relata que o interesse no assunto começou ainda no mestrado, quando investigou como as pessoas desenvolvem ideias criativas para lidar com situações adversas. “Uma pessoa com uma doença terminal pode desenvolver uma solução criativa para que consiga viver o resto da vida com qualidade, apesar da doença” exemplifica a pesquisadora.

    O tema da criatividade no trabalho é muito próximo ao da inovação, mas são coisas diferentes. “Por exemplo, um cata-vento de criança e uma usina eólica têm o mesmo princípio de funcionamento. A ideia de transformar um cata-vento em uma usina é uma ideia criativa. Já uma inovação é o ato de investir em pesquisa, desenvolver a usina e conseguir pessoas que patrocinem esse empreendimento, ou seja, é transformar a ideia criativa em realidade”, explica Lisete.

    Muitas vezes o profissional tem uma ideia criativa que não produz uma inovação. Hoje, o trabalho humano dentro das organizações demanda que cada profissional seja um empreendedor inovador e criativo. “Não há mais espaço para uma coisa pronta, para tarefas pré-determinadas, com horário, ordem e formas fixas. Nada é tão previsível e tão linear”, enfatiza Lisete.

    Para o estudo, defendido como tese de doutorado em novembro passado, Lisete analisou 6 das 20 entrevistas realizadas com empreendedores que criaram novos negócios inovadores no Centro de Inovação, Empreendedorismo e Tecnologia (Cietec), que é a incubadora de empresas da USP. “Eu fiz entrevistas qualitativas, em profundidade, sem intenção de generalizar os dados. As perguntas abordavam o surgimento da ideia, como nasceu, quais as dificuldades enfrentadas para os novos empresários viabilizarem aquele negócio, entre outras”, esclarece.

    Lisete observou que a maioria dos novos empreendedores tinha tentado vender a ideia dentro de grandes empresas (como intraempreendedores), que resistiram em levar adiante esses projetos. “Uma das entrevistadas era uma engenheira química, que trabalhava como gerente de projetos numa indústria de adesivos. Num determinado momento, ela resolveu desenvolver adesivos que fossem ecologicamente corretos e sem substâncias tóxicas na sua composição. A empresa recusou sua proposta alegando que o tempo e o custo para desenvolver tais adesivos seriam muito altos. Então, ela pediu demissão e resolveu abrir uma pequena empresa para viabilizar aquela ideia”, narra a psicóloga.

    Pouco espaço para novas ideias

    A partir das entrevistas, Lisete observou que inovação e criatividade são mais fáceis em empresas nascentes, porque aquelas que já estão inseridas no mercado de uma maneira sólida e consolidada têm a tendência de não enxergar mais aquilo que é novo. “O motivo principal é o que chamamos de ambidestria organizacional, que é o fato de uma empresa ter que, ao mesmo tempo, manter aquilo que já conquistou e inovar permanentemente para não ficar para trás e sair do mercado”, analisa.

    Embora se reconheça a importância da inovação e da criatividade para o mundo de hoje, pouco se estuda sobre o assunto. As técnicas para desenvolver o tema da criatividade são muito incipientes e pouco fundamentadas. “Todos dizem que é preciso ter um diferencial competitivo, mas como se desenvolve esse diferencial? Quais fatores ajudam a desenvolver a criatividade e que fatores bloqueiam ou impedem a pessoa de ser criativa?”, questiona a psicóloga. “O estudo é importante porque podemos mostrar às pessoas o que pode ajudá-las a serem mais criativas e o que pode ser um obstáculo para a criatividade”, destaca.

    Muitas vezes a cultura da empresa breca a criatividade das pessoas. Ideias geniais, que poderiam salvar empresas, são abandonadas dessa forma. “Um fator que ajuda, por exemplo, é a segurança psicológica. Uma pessoa precisa se sentir confortável para colocar uma ideia na mesa, assim como precisa aprender a receber críticas. É preciso um clima favorável para novas ideias”, conclui.

    Hoje, a empresa de adesivos ecologicamente corretos é uma indústria grande, consolidada no mercado. Antes, porém, a engenheira química teve de convencer o mercado que seus adesivos eram tão bons quanto aqueles que continham substâncias tóxicas em sua composição.

    Fonte: Agência USP de Notícias

    Tags: , , , ,