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    Especialista garante que a má otimização dos processos é uma das principais causas da falta de competitividade dos preços  Imagem:  Slider 1 Imagem:  leia mais […]
  • Rotinas bem estabelecidas levam a ciclo contínuo de ideias
    Com as ferramentas e processos adequados é possível estabelecer rotinas de trabalho que garantam o desenvolvimento contínuo de novas ideias e processosA compreensão dos processos criativos dentro de uma empresa deve ter início pela definição dos tipos de inovação a ela inerentes. Há inovações que são de cunho tecnológico, que implicam no desenvolvimento de u […]
  • O que é a inovação em seu segmento de atuação?
    A diretora de marketing da Unilever, alerta que a inovação precisa também ser “filtrada” de modo a atender os ensejos do público e da empresa Os gestores sabem da importância da inovação e vivem constantemente sob a pressão de que é preciso inovar em produtos e processos para ganhar produtividade e conquistar cada vez mais espaço no mercado. Mas o que é a in […]
  • Auditorias devem fazer parte das ações estratégicas da empresa
    Processo pode garantir controle de execução e valorizar a organização, interna e externamente Seja por exigência legal ou por iniciativa interna da diretoria, as auditorias, em suas mais variadas formas, vêm ganhando espaço no dia a dia das empresas brasileiras e sendo vistas como instrumento estratégico e preventivo de gestão. Imagem:  […]
  • Imagem e capital humano ainda são incentivadores de políticas sustentáveis nas empresas
    Pesquisa da Amcham revela que 18% das empresas já relacionam o tema com seus modelos de gestão A Câmara Americana do Comércio (Amcham) apontou em recente pesquisa realizada com 76 de seus associados que o retorno de imagem e a qualificação e desenvolvimento do capital humano ainda são os principais alvos das ações sustentáveis empresariais. Imagem:  […]
  • 27out

    Escrito por Regina Brett, 90 anos de idade, em The Plain Dealer, Cleveland , Ohio

    “Para celebrar o meu envelhecimento, certo dia eu escrevi as 45 lições que a vida me ensinou. É a coluna mais solicitada que eu já escrevi.”

    Meu hodômetro passou dos 90 em agosto, portanto aqui vai a coluna mais uma vez:

    1. A vida não é ótima, mas ainda é boa.

    2. Quando estiver em dúvida, dê somente, o próximo passo, pequeno .

    3. A vida é muito curta para desperdiçá-la odiando alguém.

    4. Seu trabalho não cuidará de você quando você ficar doente. Seus amigos e familiares cuidarão. Permaneça em contato.

    5. Pague mensalmente seus cartões de crédito.

    6. Você não tem que ganhar todas as vezes. Aceite se alguém discordar.

    7. Chore com alguém. Cura melhor do que chorar sozinho.

    8. Não culpe ninguém pelas suas dificuldades, elas lhe pertencem.

    9. Economize para a aposentadoria começando com seu primeiro salário.

    10. Quanto a chocolate, é inútil resistir.

    11. Faça as pazes com seu passado, assim ele não atrapalha o presente.

    12. É bom deixar suas crianças verem que você chora.

    13. Não compare sua vida com a dos outros. Você não tem idéia do que é a jornada deles.

    14. Se um relacionamento tiver que ser um segredo, você não deveria entrar nele.

    15. Tudo pode mudar num piscar de olhos. Mas não se preocupe; Deus nunca pisca.

    16. Respire fundo. Isso acalma a mente.

    17. Livre-se de qualquer coisa que não seja útil, bonito ou alegre.

    18. Qualquer coisa que não o matar o tornará realmente mais forte.

    19. Nunca é muito tarde para ter uma infância feliz. Mas a segunda vez é por sua conta e ninguém mais.

    20. Quando se trata do que você ama na vida, não aceite um não como resposta.

    21. Acenda as velas, use os lençóis bonitos, use lingerie chic. Não guarde isto para uma ocasião especial. Hoje é especial.

    22. Prepare-se mais do que o necessário, depois siga com o fluxo.

    23. Seja excêntrica agora. Não espere pela velhice para vestir roxo.

    24. O órgão sexual mais importante é o cérebro.

    25. Ninguém mais é responsável pela sua felicidade, somente você..

    26. Enquadre todos os assim chamados “desastres” com estas palavras ‘Em cinco anos, isto importará?’

    27. Sempre escolha a vida.

    28. Perdoe tudo de todo mundo.

    29. O que outras pessoas pensam de você não é da sua conta.

    30. O tempo cura quase tudo. Dê tempo ao tempo..

    31. Não importa quão boa ou ruim é uma situação, ela mudará.

    32. Não se leve muito a sério. Ninguém faz isso.

    33. Acredite em milagres.

    34.. Deus ama você porque ele é Deus, não por causa de qualquer coisa que você fez ou não fez.

    35. Não faça auditoria na vida. Destaque-se e aproveite-a ao máximo agora.

    36. Envelhecer ganha da alternativa — morrer jovem.

    37. Suas crianças têm apenas uma infância.

    38. Tudo que verdadeiramente importa no final é que você amou.

    39. Saia de casa todos os dias. Os milagres estão esperando em todos os lugares.

    40. Se todos nós colocássemos nossos problemas em uma pilha e víssemos todos os outros como eles são, nós pegaríamos nossos mesmos problemas de volta.

    41. A inveja é uma perda de tempo. Você já tem tudo o que precisa.

    42. O melhor ainda está por vir.

    43. Não importa como você se sente, levante-se, vista-se bem e apareça.

    44. Se você já sabe que alguém, por qualquer motivo não quer ver a sua felicidade, o isole, essa pessoa com certeza não lhe transmite boas energias.

    45. Produza!

    46. A vida não está amarrada com um laço, mas ainda é um presente.

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  • 13abr

    Participei do 12° Encontro Locaweb que aconteceu em Salvador na semana passada. O evento foi excelente e além de um test drive em primeiríssima mão num iPad, os temas apresentados abordaram as tendências tecnológicas e do mundo web para os próximos tempos. De fato cada vez mais acredito em que somos aquilo que compartilhamos. As novas tecnologias permitem que exercitemos a filosofia de São Francisco de Assis: “é dando que se recebe”. Conceito que também é fundamenta no marketing de relacionamento tão em voga no mundo web.

    As tendências apontadas se resumem no foco na exeriência do usuário e não no aplicativo que ele esteja utilizando, interfaces multitelas e computação nas nuvens. O maior desafio de todos é que a tecnologia avança rápido, mas as mentalidades não. Considerando este aspecto é reconmendável aos empreendedores que além de um bom plano de negócios, aproveitem os recursos web para obter feed back real de seus consumidores para nortear os seus negócios.

    Estamos vivendo de fato uma transformação em aspectos econômicos que eram consagrados e agora abrem espaço para novos modelos como as empresas bonsais, empresas dos empreendedores individuais. Todos estamos imersos numa overdose de informação, de abertura para os valores das singularidades, em que tudo torna-se cada vez mais relativo, em que há maior comunicação e intercâmbio, numa era onde predominam aspectos de globalização, massificação, urbanização, e, uma necessidade latente de expressão nas pessoas que em geral têm encontrado vazão nos meios digitais; eles são perfeitos para isto.

    Mas as mudanças não param por aí. O munda ainda vai evoluir e variar muito. A Internet apenas encurtou distâncias. E isto, apesar de não ser tudo, já foi muito. A Internet tem permitido uma nova escala da inovação das pessoas que têm idéias. Pessoas, como eu ou você, qualquer um que tenha conhecimentos e que possa combiná-los de um jeito singular. Isto é que é criatividade! Isto é o que vai nos tornar notáveis.

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  • 27fev

    Seth Godin em seu livro “A Grande Mudança” diz que:

    1- O único modo de crescermos é nos tornando notável;

    2- Para sermos notáveis, a única barreira é a nossa capacidade de convencer nossos parceiros e colegas a fazer isto acontecer.

    De fato isto é verdade. E para sermos notáveis, isto não depende de nós próprios, dependemos do reconhecimento do outro. No caso de um negócio, para ser notável, depende do reconhecimento de seus clientes. E se seus clientes reconhecerem que o serviço que presta, ou o produto que vende, é notável, então por definição seu negócio será notável.

    Entendo por notável o fato de sermos reconhecidos, e não temos controle sobre isto, com uma imagem de detaque, de alguém ou algo que tem um valor cujas pessoas dão importância, reconhecem isto e acreditam que vale a pena falar por isto. É viver e operar um negócio de forma que o normal seja uma pausa entre um constante fluxo de insights que rompem regras, mudam, inovam e mantém o crescimento do negócio. 

    A verdadeira segurança vem do crescimento e das experiências que adiquirimos neste fluxo dinâmico que vem da predisposição de agir com destaque sempre. Este atitude envolve ouvir o mercado, serviço de atendimento ao cliente, forte liderança empreendedora, comunicação integrada e ousadia.

    Referência

    A Grande Mudança: não tente ser perfeito, comece a ser notável /33 grandes autores , editado por Seth Godin; [tradução Thereza Christina Rocque da Matta]. – Barueri, SP : Manole, 2006.

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  • 17fev

    Sendo uma boa baiana, e residindo na cidade responsável pelo maior carnaval de rua do mundo, me senti na responsabilidade de retornar ao trabalho após o período de Carnaval e fazer um post com alguma afinidade ao tema. Minha inspiração veio de um e-mail que recebi questionando a imagem que se construiu da Bahia como terra na qual aqueles que a habitam vivem em clima de ‘festa eterna’ e são preguiçosos. Se o texto que recebi é verdadeiro ou não, não pesquisei para comprovar, mas minha experiência de baiana, empreendedora e profissional que sou me faz concordar que a vida tranqüila e a famosa aversão ao trabalho atribuídas aos baianos não têm base na realidade. O e-mail apresenta a conclusão de uma tese de doutorado cujo tema seria ‘PREGUIÇA BAIANA’. A pesquisa que resultou nessa tese concluiu, resumidamente, que ‘preguiça baiana’ é faceta do racismo e, que, a famosa ‘malemolência’ ou preguiça baiana, na verdade, não passa de racismo.  

    A tese, defendida pela professora de antropologia Elisete Zanlorenzi, da PUC-Campinas, sustenta que o baiano é muitas vezes mais eficiente que o trabalhador das outras regiões do Brasil e contesta a visão de que o morador da Bahia vive em clima de ‘festa eterna’. Pelo contrário, é justamente no período de festas que o baiano mais trabalha. Como 51% da mão-de-obra da população atua no mercado informal, as festas são uma oportunidade de trabalho. ‘Quem se diverte é o turista’, diz a antropóloga.

    O objetivo da tese foi descobrir como a imagem da preguiça baiana surgiu e se consolidou. Elisete concluiu, após quatro anos de pesquisas históricas, que a imagem da preguiça derivou do discurso discriminatórios contra os negros e mestiços, que são cerca de 79% da população da Bahia. O estudo mostra que a elevada porcentagem de negros e mestiços não é uma coincidência. A atribuição da preguiça aos baianos tem um teor racista. A imagem de povo preguiçoso se enraizou no próprio Estado, por meio da elite portuguesa, que considerava os escravos indolentes e preguiçosos, devido às suas expressões faciais de desgosto e a lentidão na execução do serviço (como trabalhar bem-humorado em regime de escravidão??? ?). Depois, se espalhou de forma acentuada no Sul e Sudeste a partir das migrações da década de 40. Todos os que chegavam do Nordeste viraram baianos. Chamá-los de preguiçosos foi a forma de defesa encontrada para denegrir a imagem dos trabalhadores nordestinos (muito mais paraibanos do que propriamente baianos), taxando-os como desqualificados, estabelecendo fronteiras simbólicas entre dois mundos como forma de ‘proteção’ dos seus empregos.

    Elisete afirma que os próprios artistas da Bahia, como Dorival Caymmi, Caetano Veloso e Gilberto Gil, têm responsabilidade na popularização da imagem. ‘Eles desenvolveram esse discurso para marcar um diferencial nas cidades industrializadas e urbanas. A preguiça, aí, aparece como uma especiaria que a Bahia oferece para o Brasil’, diz Elisete. Até Caetano se contradiz quando vende uma imagem e diz: ‘A fama não corresponde à realidade. Eu trabalho muito e vejo pessoas trabalhando na Bahia como em qualquer lugar do mundo’. Segundo a tese, a preguiça foi apropriada por outro segmento: a indústria do turismo, que incorporou a imagem para vender uma idéia de lazer permanente ‘Só que Salvador é uma das principais capitais industriais do país, com um ritmo tão urbano quanto o das demais cidades.’ O maior pólo petroquímico do país está na Bahia, assim como o maior pólo industrial do norte e nordeste, crescendo de forma tão acelerada que, em cerca de 10 anos será o maior pólo industrial na América latina.

    Para tirar as conclusões acerca da origem do termo ‘preguiça baiana’, a antropóloga pesquisou em jornais de 1949 até 1985 e estudou o comportamento dos trabalhadores em empresas. O estudo comprovou que o calendário das festas não interfere no comparecimento ao trabalho. O feriado de carnaval na Bahia coincide com o do resto do país. Os recessos de final de ano também. A única diferença é no São João (dia 24 /06), que é feriado em todo o norte e nordeste (e não só na Bahia). Em fevereiro (Carnaval) uma empresa, cuja sede encontra-se no Pólo Petroquímico da Bahia, teve mais faltas na filial de São Paulo que na matriz baiana (sendo que o n° de funcionários na matriz é 50% maior do que na filial citada). Outro exemplo: a Xerox do Nordeste, que fica na Bahia, ganhou os dois prêmios de qualidade no trabalho dados pela Câmara Americana de Comércio (e foi a única do Brasil). Pesquisas demonstram que é no Rio de Janeiro que existem mais dos chamados ‘desocupados’ (pessoas em faixa etária superior a 21 anos que transitam por shoppings, praias, ambientes de lazer e principalmente bares de bairros durante os dias da semana entre 9 e 18h), considerando levantamento feito em todos os estados brasileiros. A Bahia aparece em 13° lugar.

    Acredita-se hoje (e ainda por mais uns 5 a 7 anos) que a Bahia é o melhor lugar para investimento industrial e turístico da América Latina, devido a fatores como incentivos fiscais, recursos naturais e campo para o mercado ainda não saturado. O investimento industrial e turístico tem atraído muitos recursos para o estado e inflando a economia, sobretudo de Salvador, o que tem feito inflar também o mercado financeiro (bancos, financeiras e empresas prestadoras de serviços como escritórios de advocacia, empresas de auditoria, administradoras e lojas do terceiro setor). 

    Fica, então, aqui registrada a intenção de que nós baianos e, principalmente, aqueles que também são profssionais do marketing, o compromisso de contribuir para a transformação da imagem do produto ‘Bahia’ e de seu povo, como um local próspero, criativo, saudável e feliz, onde o trabalho não precisa opor-se ao lazer.

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  • 01fev

    A maioria das empresas grandes e consolidadas no mercado são mais resistentes a novas ideias e projetos. Os empreendimentos inovadores são mais bem aceitos em empresas nascentes, que ainda estão buscando se colocar no mercado. A constatação é fruto de um estudo do Instituto de Psicologia (IP) da USP, que avaliou a importância da criatividade humana no mundo dos negócios.

    A psicóloga Lisete Barlach, autora da pesquisa, relata que o interesse no assunto começou ainda no mestrado, quando investigou como as pessoas desenvolvem ideias criativas para lidar com situações adversas. “Uma pessoa com uma doença terminal pode desenvolver uma solução criativa para que consiga viver o resto da vida com qualidade, apesar da doença” exemplifica a pesquisadora.

    O tema da criatividade no trabalho é muito próximo ao da inovação, mas são coisas diferentes. “Por exemplo, um cata-vento de criança e uma usina eólica têm o mesmo princípio de funcionamento. A ideia de transformar um cata-vento em uma usina é uma ideia criativa. Já uma inovação é o ato de investir em pesquisa, desenvolver a usina e conseguir pessoas que patrocinem esse empreendimento, ou seja, é transformar a ideia criativa em realidade”, explica Lisete.

    Muitas vezes o profissional tem uma ideia criativa que não produz uma inovação. Hoje, o trabalho humano dentro das organizações demanda que cada profissional seja um empreendedor inovador e criativo. “Não há mais espaço para uma coisa pronta, para tarefas pré-determinadas, com horário, ordem e formas fixas. Nada é tão previsível e tão linear”, enfatiza Lisete.

    Para o estudo, defendido como tese de doutorado em novembro passado, Lisete analisou 6 das 20 entrevistas realizadas com empreendedores que criaram novos negócios inovadores no Centro de Inovação, Empreendedorismo e Tecnologia (Cietec), que é a incubadora de empresas da USP. “Eu fiz entrevistas qualitativas, em profundidade, sem intenção de generalizar os dados. As perguntas abordavam o surgimento da ideia, como nasceu, quais as dificuldades enfrentadas para os novos empresários viabilizarem aquele negócio, entre outras”, esclarece.

    Lisete observou que a maioria dos novos empreendedores tinha tentado vender a ideia dentro de grandes empresas (como intraempreendedores), que resistiram em levar adiante esses projetos. “Uma das entrevistadas era uma engenheira química, que trabalhava como gerente de projetos numa indústria de adesivos. Num determinado momento, ela resolveu desenvolver adesivos que fossem ecologicamente corretos e sem substâncias tóxicas na sua composição. A empresa recusou sua proposta alegando que o tempo e o custo para desenvolver tais adesivos seriam muito altos. Então, ela pediu demissão e resolveu abrir uma pequena empresa para viabilizar aquela ideia”, narra a psicóloga.

    Pouco espaço para novas ideias

    A partir das entrevistas, Lisete observou que inovação e criatividade são mais fáceis em empresas nascentes, porque aquelas que já estão inseridas no mercado de uma maneira sólida e consolidada têm a tendência de não enxergar mais aquilo que é novo. “O motivo principal é o que chamamos de ambidestria organizacional, que é o fato de uma empresa ter que, ao mesmo tempo, manter aquilo que já conquistou e inovar permanentemente para não ficar para trás e sair do mercado”, analisa.

    Embora se reconheça a importância da inovação e da criatividade para o mundo de hoje, pouco se estuda sobre o assunto. As técnicas para desenvolver o tema da criatividade são muito incipientes e pouco fundamentadas. “Todos dizem que é preciso ter um diferencial competitivo, mas como se desenvolve esse diferencial? Quais fatores ajudam a desenvolver a criatividade e que fatores bloqueiam ou impedem a pessoa de ser criativa?”, questiona a psicóloga. “O estudo é importante porque podemos mostrar às pessoas o que pode ajudá-las a serem mais criativas e o que pode ser um obstáculo para a criatividade”, destaca.

    Muitas vezes a cultura da empresa breca a criatividade das pessoas. Ideias geniais, que poderiam salvar empresas, são abandonadas dessa forma. “Um fator que ajuda, por exemplo, é a segurança psicológica. Uma pessoa precisa se sentir confortável para colocar uma ideia na mesa, assim como precisa aprender a receber críticas. É preciso um clima favorável para novas ideias”, conclui.

    Hoje, a empresa de adesivos ecologicamente corretos é uma indústria grande, consolidada no mercado. Antes, porém, a engenheira química teve de convencer o mercado que seus adesivos eram tão bons quanto aqueles que continham substâncias tóxicas em sua composição.

    Fonte: Agência USP de Notícias

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  • 06jan

    Pegando carona no comentário do primeiro post, compreendo quando se diz que há esta frase em marketing que pode ser questionada , mas que carrega consigo muita verdade: “O que impulsiona o sucesso não são fábricas, instalações, produtos e pessoas, o que impulsiona o sucesso é ocupar um lugar na mente do prospect ”.

    Complementaria afirmando apenas que ela não deve ser questionada, ela deve ser uma verdade única. Isto porque a única razão de uma empresa existir é o seu cliente, é solucionar um problema ou atender uma determinada necessidade que determinado grupo de pessoas ou organizações tenha. Como diz o guru Peter Drucker “Só existe uma definição válida para a finalidade de um negócio: criar um cliente… Assim, qualquer empresa tem só duas, e só duas, funções básicas: Marketing e Inovação”.

    É com este desafio que criamos negócios. Embora possa parecer simples e lógico, não é o que tenho visto no dia a dia como publicitária e consultora de marketing no mercado. Na maioria das vezes, pelo que tenho percebido trabalhando com empresas, a maioria das pessoas, que decidem empreender, cria um negócio porque precisa ganhar dinheiro ou porque já ganhou algum dinheiro (com uma recisão ao sair de um emprego, por exemplo) e quer aplicar esta quantia em algo que lhe dê um bom retorno financeiro. O ponto de atração inicial está errado. E fatalmente essas experiências darão errado; muitas vezes custando caro.

    Um negócio não deve ser criado para atender uma necessidade financeira ou de qualquer outra ordem daquele que o criou, mas deve ser orientado a atender e gerar soluções para um mercado, que esteja disposto a pagar pelo que for ser oferecido. E, ao cumprir a sua missão, só então,  este negócio deve remunerar aquele(s) que investem na sua existência.

    O marketing existe para nos guiar nesta trajetória. Uma trajetória complexa e instigante.

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