Twitter

Agenda

fevereiro 2012
S T Q Q S S D
« dez    
 12345
6789101112
13141516171819
20212223242526
272829  

RSS HSM Brasil – Marketing

  • Cargo de CIO deve ser um dos mais promissores até 2020
    Estudo da FIA aponta que “boom” para cargos executivos ligados à inovação deverá seguir até 2020  Imagem:  Slider 1 Imagem:  leia mais […]
  • Ensino superior mais próximo das empresas
    Universidade abre portas para empreendedores e promovem a inovação no País Um dos maiores desafios do Brasil tem sido investir em inovação. Como existe um consenso no mercado de que grandes ideias nascem em pequenos negócios, aproximar empreendedores criativos dos centros de pesquisa e do desenvolvimento nas universidades tornou-se fundamental para ampliar o […]
  • Varejo irá crescer após primeiro trimestre
    Vendas iniciam de forma modesta, mas deve acelerar a partir de abril, segundo levantamento da FIA e Câmara dos Dirigentes e Lojistas Pesquisas de mercado começam a ser divulgadas e demonstram que o comércio brasileiro inicia o ano menos aquecido que em 2011. A Fundação Instituto de Administração (FIA), em parceria com a Felisoni Consultores Associados, fez u […]
  • Ações que funcionam na prática
    Empresas como Intel e Gartner afirmam que a implementação de rotinas simples e cuidado na aquisição de novos equipamentos podem gerar grande ganho sustentável  Imagem:  Slider 1 Imagem:  leia mais […]
  • Kraft e TerraCycle reduzem impacto de embalagens no ambiente
    Empresas promovem ação recorde para chamar atenção ao descarte de resíduos e para incentivar o reaproveitamento O “Esquadrão Verde Tang”, uma parceria entre a alimentícia Kraft Foods e a TerraCycle, empresa pioneira em processo de “upcycling” (criação de novos produtos com a valorização visual de embalagens de produtos antigos difíceis de serem recicladas), […]
  • O que fazer para melhorar a produtividade em 2012?
    Especialista garante que a má otimização dos processos é uma das principais causas da falta de competitividade dos preços  Imagem:  Slider 1 Imagem:  leia mais […]
  • Rotinas bem estabelecidas levam a ciclo contínuo de ideias
    Com as ferramentas e processos adequados é possível estabelecer rotinas de trabalho que garantam o desenvolvimento contínuo de novas ideias e processosA compreensão dos processos criativos dentro de uma empresa deve ter início pela definição dos tipos de inovação a ela inerentes. Há inovações que são de cunho tecnológico, que implicam no desenvolvimento de u […]
  • O que é a inovação em seu segmento de atuação?
    A diretora de marketing da Unilever, alerta que a inovação precisa também ser “filtrada” de modo a atender os ensejos do público e da empresa Os gestores sabem da importância da inovação e vivem constantemente sob a pressão de que é preciso inovar em produtos e processos para ganhar produtividade e conquistar cada vez mais espaço no mercado. Mas o que é a in […]
  • Auditorias devem fazer parte das ações estratégicas da empresa
    Processo pode garantir controle de execução e valorizar a organização, interna e externamente Seja por exigência legal ou por iniciativa interna da diretoria, as auditorias, em suas mais variadas formas, vêm ganhando espaço no dia a dia das empresas brasileiras e sendo vistas como instrumento estratégico e preventivo de gestão. Imagem:  […]
  • Imagem e capital humano ainda são incentivadores de políticas sustentáveis nas empresas
    Pesquisa da Amcham revela que 18% das empresas já relacionam o tema com seus modelos de gestão A Câmara Americana do Comércio (Amcham) apontou em recente pesquisa realizada com 76 de seus associados que o retorno de imagem e a qualificação e desenvolvimento do capital humano ainda são os principais alvos das ações sustentáveis empresariais. Imagem:  […]
  • 08set

    Artigo do Meio e Mensagem traz perspectiva diferenciada sobre perfil da Classe C no Brasil. Tema é: Classes C+ e C-: diferenças cruciais.

    Luciana Aguiar, sócia-diretora da Plano CDE, consultoria especializada na base da pirâmide socioeconômica divulgou com exclusividade para Meio & Mensagem dados de uma pesquisa feita ano passado que confronta os resultados de duas subclasses dentro da C:

    - a C+ (que corresponde a 24,8 milhões de pessoas, com renda familiar entre R$ 2.001 e R$ 3.181);

    - a C- (outras 37,7 milhões, com renda entre R$ 1.273 a R$ 2 mil).

    Foi perguntado a 1006 paulistanos e 609 recifenses o que eles fazem quando compram um produto caro. Os respondentes da classe C- deram respostas praticamente idênticas às verificadas na camada DE: 81% não mostram o item para ninguém, 10% mostram aos vizinhos e amigos sem contar como conseguiram pagar por ele, e 9% mostram o produto e contam como o adquiriram. Já a classe C+ não apenas se aproxima da camada AB — em que, em média, 14,5% das pessoas mostram o item caro sem explicar como o comprou — como a supera. Quase um quarto (23%) dos C+ exibem sua aquisição preciosa sem revelar as dificuldades (ou as prestações) necessárias para ter acesso a ela.

    Isto demonstra que a classe C não compra só para ostentar, C- não tem esse perfil por exemplo. A C+ demonstra que quer mostrar suas conquistas porque foi muito difícil chegar até elas, e não mostra como as conseguiu para se mostrar emancipada, porque se identifica como classe média. Para classe C-, faltam produtos e serviços que lhe possibilitem ampliar o acesso ao que ela deseja, só que ainda não pode ter como a C+.

    Leia mais e veja os gráficos em: http://migre.me/5EnPB .

    Tags: ,

  • 18mai

    Num mundo em constantes mudanças e com tantas opções temos que ser cada vez mais estratégicos e utilizar a capacidade do esforço coordenado entre as pessoas que estão à nossa volta.

    O que isto significa?

    De forma bem prática precisamos imaginar o quanto somos bombardeados a todo instante com informações e situações que nos exigem posicionamento e tomada de decisão. Precisamos ter um eixo central que nos estabilize, e, quando estamos tratando de marketing, este eixo é a estratégia. A estratégia é o como decidimos seguir determinado caminho para atingi uma meta estabelecida.

    Um negócio em dificuldades financeiras, entre a decisão de desisti e encerrar e fazer um diagnóstico para fazer os ajustes necessários, está a sua estratégia de vida que define qual o sentido desse trabalho para você. É uma atividade que preenche a sua vida ou apenas um negócio que lhe interessa pelo quanto lhe remunera. Sendo uma atividade que dá sentido a sua vida, vale o esforço de corrigir o que for preciso. Se o objetivo é apenas financeiro e é uma atividade cujo retorno é prejuízo, é preciso avaliar como encerrar ou vender por exemplo.

    Estratégia é algo profundo e estável que perpassa toda a organização. É o eixo principal. É o elo que agrega as pessoas em torno da atividade desenvolvida pelo negócio. Cada pessoa desempenhando seu papel, sua função, seu esforço individual de forma coordenada com o grupo de trabalho a qual pertença.

    Tags: ,

  • 18mar

    As vantagens de levar produto, serviço e conteúdo para redes como Facebook e twitter, por exemplo, são inúmeras. Entre os fatores positivos estão a facilidade em atrair audiência, possibilidade de diálogo constante e o baixo custo operacional por não envolver grandes tecnologias e desenvolvimentos complexos. É preciso estar alerta com o custo de comunicação que em determinadas situações pode ser maior; um custo que passa de forma imperceptível. A produção de conteúdo, assim como a gestão do diálogo com o consumidor requer tempo e pessoal técnico especializado. O recomendado é que o processo de comunicação seja participativo entre os departamentos da empresa, isto requer disponibilidade dos gestores das diversas áreas para reuniões, respostas aos consumidores, acompanhamento dos processos, fornecimento de informações. É importante que a equipe tenha autonomia e poder de decisão para que seja percebida e tratada como prioridade por todos na organização.

    Todasessas atividades demandam no mínimo o recurso tempo. Tempo nos dias atuais é um recurso escasso. Equipe especializada também tem custo superior. A mudança da cultura do monólogo, para cultivo do diálogo e escuta atenta também é tarefa árdua. Estes investimentos muitas vezes podem não ser financeiramente maiores do que o custo operacional de desenvolvimento de sistemas e aquisição de equipamentos, mas deve ser considerado e medido. Até porque eles dependem fundamentalmente do compromisso e participação dos profissionais que já fazem parte da organização; isto não tem preço, exige esforço e muito jogo político.

    A RETEC publicou em seus news eletrônico uma notícia sobre o destaque das Redes Sociais que têm funcionado como um mercado de negócios para micro e pequenas empresas. Vejam um exemplo: a vendedora da Salve Simpatia, Candy Ferraz, disse que há um ano a empresa está conectada ao twitter e as vendas aumentaram mais de 30%. “Hoje temos quase duas mil pessoas seguindo nosso twitter. Diariamente, anunciamos ofertas, novidades, colocamos fotos e fazemos reservas de peças dos nossos acessórios para os clientes. Nosso público é formado por jovens e esse foi o motivo que nos levou a entrar nas redes sociais. Essa faixa etária fica conectada 24h por dia no mundo virtual”.

    As redes sociais como blogs, youtube, facebook, orkut e twitter ampliaram nos últimos anos o mercado de negócios para as micro e pequenas empresas, além de levar um leque de ofertas para os consumidores. O Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas da Paraíba (Sebrae/PB), no ano passado, ficou entre as seis agências mais acessada em todo o país. A gestora do Farol Digital do Sebrae/PB, Danyele Raposo, explicou a importância das redes sociais para promover o relacionamento das empresas com os clientes, além de dar uma dimensão maior do seu negócio em todo o mundo.

    Leia mais: http://migre.me/44rI1

    Tags: , , ,

  • 24jan

    Marketing de experiência é mais um tipo de marketing? Poderia até ser, mas não é. Marketing de experiência trata de você ter como eixo central das suas estratégias de marketing a experiência que o seu cliente tem no ato do consumo ao invés de focar a sua estratégia apenas no desenvolvimento e comercialização do seu produto.

    Então o que vem a ser definir o foco central na experiência?

    Dizem que o que nós, seres humanos, procuramos é um sentido para a vida. Penso que o que procuramos são experiências que nos façam sentir que estamos vivos. Trazendo este conceito para o marketing, focar na experiência é criar situações e contexto para o ato do consumo do seu produto ou serviço. É expandir a percepção das características do produto para as ações que envolvem a sua utilização por parte dos clientes. Assim os clientes vão, através da experiência de consumo proporcionada pelo seu produto, moldando o sentido que dão à sua própria vida.

    Um bom exemplo é a Loja  Abercrombie que traz para o ambiente das lojas a irreverência da juventude, o som que eles curtem e traz jovens com abdômens fenomenais para desfilar na frente das lojas e nas estampas das sacolas. Vejam foto abaixo e saibam um pouco mais sobre a trajetória da marca.

    A Abercrombie começou como uma pequena loja e fábrica no dia 4 de junho de 1892 na baixa Manhattan da cidade de Nova Iorque, fundada por David Abercrombie. Sua paixão por esportes ao ar livre inspirou o surgimento da marca. Sua clientela inicial era composta por caçadores e exploradores. Em 1900, Erza Fitch, um de seus principais clientes, entrou na sociedade e a empresa passou a se chamar Abercrombie & Fitch, no ano de 1904. O famoso catálogo da marca surgiu em 1909, quando 50 mil cópias com 456 páginas, incluindo roupas e acessórios para acampamento, entre outros, foi impresso e distribuído, quase levando a empresa à falência. Mas provou ser um grande instrumento de marketing nos anos seguintes. Durante o começo do século XX, a rede de lojas se tornou extremamente popular vendendo produtos esportivos para a elite americana. Entre os fãs da marca estavam os presidentes Theodore Roosevelt e Gerald Ford, além de Charles Lindbergh e Amelia Earhart, os atores Greta Garbo, Katharine Hepburn e Clark Gable, e os escritores John Steinbeck e Ernest Hemingway, dentre muitíssimos outros.

    A marca no mundo

    A A&F hoje opera 1.096 lojas em 49 estados americanos, Canadá (3 lojas), Inglaterra (1 loja, em Londres), Japão (1 loja, em Tóquio) e Itália (1 loja em Milão), sob as marcas Abercrombie & Fitch (que possui mais de 357 lojas), Abercrombie Kids (com roupas feitas especialmente para crianças) e Hollister Co. (marca de moda juvenil/surf). Seus produtos são vendidos atualmente através da sua rede de lojas, por catálogo, por lojas multimarcas (aqui no Brasil, pela Mandi&Co, por exemplo) e pela Internet.

    Para conferir todo este sucesso em Janeiro de 2010 Felipe Silva  Lopes, meu filho que acaba de completar 18 anos, visitou a loja de Londres e em  Outubro de 2010 Edmilson e Moema, meus pais, visitaram as lojas da 5ª Avenida e do  Pier 17 em  Manhattan, cidade de Nova Iorque. Vale conferir!

    Sacola Abercrombie

    Sacola Abercrombie

     

    Loja Abercrombie

    Loja Abercrombie

     

    Tags: ,

  • 27dez

    1. Administração de Marketing – Autores: Philip Kotler e Kevin Keller – Editora: Pearson

    2. A Bíblia do Marketing Digital – Autor: Cláudio Torres – Editora: Novatec

    3. Google Marketing – um guia definitivo de Marketing Digital – Autor: Conrado Adolpho Vaz – Editora: Novatec

    4. A Lógica do Consumo – Verdades e Mentiras Sobre Por Que Compramos – Autor: Martin Lindstrom – Editora: Nova Fronteira

    5. A Revolução Das Mídias Sociais – Autor: André Telles – Editora: M. Books

    6. Fazer Acontecer.Com.Br -  Autor: Julio Ribeiro – Editora: Saraiva

    7. Personal Branding – Construindo Sua Marca Pessoal – Autor: Arthur Bender – Editora: Integrare

    8. Princípios de Marketing – Autor: Philip Kotler – Editora: Pearson

    9. Marketing 3.0 – As Forças que Estão Definindo o Novo Marketing Centrado no Ser Humano – Autor: Philip Kotler – Editora: Campus

    10. A Arte da Guerra – Autores: Sun Pin e Sun Tzu – Editora: WMF

    Lista publicada pela Revista Exame. http://migre.me/3fj1a

    Tags:

  • 02jul

    Ranking da GFK mede o índice de confiança em profissões e organizações do país e do mundo.

    Os brasileiros confiam mais em jornalistas e publicitários do que nos profissionais de Marketing. É o que indica um estudo realizado pela GFK, que mediu o nível de confiança da população em profissões e organizações no Brasil, nos Estados Unidos, na Colômbia, na Índia e em 15 países da Europa. Por aqui, os jornalistas conquistaram a 6ª posição, com 76% do índice de confiança dos cidadãos, enquanto na média mundial os profissionais ocupam a 11ª colocação, com 41%.

    O ranking nacional também foi melhor para os publicitários, que garantiram o 7º lugar, com 71%. Internacionalmente, a categoria ficou na 15ª colocação, com 30%. Já os profissionais de Marketing brasileiros ficaram na 11ª posição (67%) e, nos outros países, os executivos estão em 13º lugar, com 39%. No ranking geral, os bombeiros são apontados como os profissionais mais confiáveis, citados por 98% dos entrevistados brasileiros e 94% das populações internacionais. A categoria com a pior avaliação é a dos políticos, com 11% de índice de confiança no Brasil e 14% no mundo.

    A GFK também indica que a confiança dos brasileiros nos pesquisadores de mercado aumentou em relação ao ano passado. Com 80% do nível de confiança da população, a profissão subiu da 6ª para a 5ª colocação em 2010. Internacionalmente, esta categoria manteve o desempenho de 2009, com 55%, mas caindo da 8ª para a 9ª posição.

    Fonte: http://bit.ly/aesJ1A

    Tags:

  • 13abr

    Participei do 12° Encontro Locaweb que aconteceu em Salvador na semana passada. O evento foi excelente e além de um test drive em primeiríssima mão num iPad, os temas apresentados abordaram as tendências tecnológicas e do mundo web para os próximos tempos. De fato cada vez mais acredito em que somos aquilo que compartilhamos. As novas tecnologias permitem que exercitemos a filosofia de São Francisco de Assis: “é dando que se recebe”. Conceito que também é fundamenta no marketing de relacionamento tão em voga no mundo web.

    As tendências apontadas se resumem no foco na exeriência do usuário e não no aplicativo que ele esteja utilizando, interfaces multitelas e computação nas nuvens. O maior desafio de todos é que a tecnologia avança rápido, mas as mentalidades não. Considerando este aspecto é reconmendável aos empreendedores que além de um bom plano de negócios, aproveitem os recursos web para obter feed back real de seus consumidores para nortear os seus negócios.

    Estamos vivendo de fato uma transformação em aspectos econômicos que eram consagrados e agora abrem espaço para novos modelos como as empresas bonsais, empresas dos empreendedores individuais. Todos estamos imersos numa overdose de informação, de abertura para os valores das singularidades, em que tudo torna-se cada vez mais relativo, em que há maior comunicação e intercâmbio, numa era onde predominam aspectos de globalização, massificação, urbanização, e, uma necessidade latente de expressão nas pessoas que em geral têm encontrado vazão nos meios digitais; eles são perfeitos para isto.

    Mas as mudanças não param por aí. O munda ainda vai evoluir e variar muito. A Internet apenas encurtou distâncias. E isto, apesar de não ser tudo, já foi muito. A Internet tem permitido uma nova escala da inovação das pessoas que têm idéias. Pessoas, como eu ou você, qualquer um que tenha conhecimentos e que possa combiná-los de um jeito singular. Isto é que é criatividade! Isto é o que vai nos tornar notáveis.

    Tags: , , , ,

  • 20mar

    Ser notável necessariamente não é o mesmo que ser inovador. Quando você inova em algum aspecto, de forma relevante, você termina por ser notado; mas o inverso necessariamente não acontece. Para ser notável, não é preciso sempre ser inovador. Ser notável pressupõe fazer algo de destaque e para isto você poderá, por exemplo, realizar uma atividade que já seja conhecida, mas deve desenvolvê-la de uma forma especial, sem atrasos, com disciplina, com determinados cuidados e procedimentos que não seja usuais. Ser notável depende mais do que inovação, pressupõe criatividade e um comportamento ritualístico.

    Vamos iniciar pelo ritual de nomear um negócio, um produto, o que quer que seja. Adão e Eva, por exemplo, foram baizados quando nasceram no paraíso, no início do mundo. Naquela época as idéias ainda eram inéditas. Os nomes são curtos, tem boa sonoridade e são fáceis de pronunciar em qualquer língua; ótima escolhas para um trabalho no mercado de forma global. Ambos os nomes definem bem as identidade de cada um: Adão sugere força e tem um som crescente e expansivo, já Eva traz a sensação do acolhimento, de interiorização e tem seu som de forma decrescente. São nomes incomuns, atendem a seus diferentes mercados alvos e formam uma imagem própria muito difícil de ser imitada.

    No mundo dos negócios existem várias tendências entre elas:

    - escolher números e siglas,

    - nomes sem conteúdo e nem passado (evitam disputas por direitos autorais),

    - nomes advindos da união de idéias que atendam a identidade da marca.

    As etapas:

    1. Faça uma lsita de pelo menos 25 nomes (entre idéias registradas pela empresa e sugestões da agência de publicidade);

    2. O marketing escolhe os que soam bem e o jurídico pesquisa problemas de direito autoral e limitações para o registro;

    3. Escolha 5 nomes e faça pesquisa de mercado de forma sigilosa e faça perguntas do tipo “Esta palavra combina com este produto?”;

    4. O nome preferido termina por ser o escolhido.

    O ideal é que pelo menos 2 anos antes de ser lançado, seu projetos já tenha nome e público bem definidos. Este é um processo, que para ser bem feito leva tempo e custa caro.

    Tags: , , ,

  • 27fev

    Seth Godin em seu livro “A Grande Mudança” diz que:

    1- O único modo de crescermos é nos tornando notável;

    2- Para sermos notáveis, a única barreira é a nossa capacidade de convencer nossos parceiros e colegas a fazer isto acontecer.

    De fato isto é verdade. E para sermos notáveis, isto não depende de nós próprios, dependemos do reconhecimento do outro. No caso de um negócio, para ser notável, depende do reconhecimento de seus clientes. E se seus clientes reconhecerem que o serviço que presta, ou o produto que vende, é notável, então por definição seu negócio será notável.

    Entendo por notável o fato de sermos reconhecidos, e não temos controle sobre isto, com uma imagem de detaque, de alguém ou algo que tem um valor cujas pessoas dão importância, reconhecem isto e acreditam que vale a pena falar por isto. É viver e operar um negócio de forma que o normal seja uma pausa entre um constante fluxo de insights que rompem regras, mudam, inovam e mantém o crescimento do negócio. 

    A verdadeira segurança vem do crescimento e das experiências que adiquirimos neste fluxo dinâmico que vem da predisposição de agir com destaque sempre. Este atitude envolve ouvir o mercado, serviço de atendimento ao cliente, forte liderança empreendedora, comunicação integrada e ousadia.

    Referência

    A Grande Mudança: não tente ser perfeito, comece a ser notável /33 grandes autores , editado por Seth Godin; [tradução Thereza Christina Rocque da Matta]. – Barueri, SP : Manole, 2006.

    Tags: , , , , ,

  • 17fev

    Sendo uma boa baiana, e residindo na cidade responsável pelo maior carnaval de rua do mundo, me senti na responsabilidade de retornar ao trabalho após o período de Carnaval e fazer um post com alguma afinidade ao tema. Minha inspiração veio de um e-mail que recebi questionando a imagem que se construiu da Bahia como terra na qual aqueles que a habitam vivem em clima de ‘festa eterna’ e são preguiçosos. Se o texto que recebi é verdadeiro ou não, não pesquisei para comprovar, mas minha experiência de baiana, empreendedora e profissional que sou me faz concordar que a vida tranqüila e a famosa aversão ao trabalho atribuídas aos baianos não têm base na realidade. O e-mail apresenta a conclusão de uma tese de doutorado cujo tema seria ‘PREGUIÇA BAIANA’. A pesquisa que resultou nessa tese concluiu, resumidamente, que ‘preguiça baiana’ é faceta do racismo e, que, a famosa ‘malemolência’ ou preguiça baiana, na verdade, não passa de racismo.  

    A tese, defendida pela professora de antropologia Elisete Zanlorenzi, da PUC-Campinas, sustenta que o baiano é muitas vezes mais eficiente que o trabalhador das outras regiões do Brasil e contesta a visão de que o morador da Bahia vive em clima de ‘festa eterna’. Pelo contrário, é justamente no período de festas que o baiano mais trabalha. Como 51% da mão-de-obra da população atua no mercado informal, as festas são uma oportunidade de trabalho. ‘Quem se diverte é o turista’, diz a antropóloga.

    O objetivo da tese foi descobrir como a imagem da preguiça baiana surgiu e se consolidou. Elisete concluiu, após quatro anos de pesquisas históricas, que a imagem da preguiça derivou do discurso discriminatórios contra os negros e mestiços, que são cerca de 79% da população da Bahia. O estudo mostra que a elevada porcentagem de negros e mestiços não é uma coincidência. A atribuição da preguiça aos baianos tem um teor racista. A imagem de povo preguiçoso se enraizou no próprio Estado, por meio da elite portuguesa, que considerava os escravos indolentes e preguiçosos, devido às suas expressões faciais de desgosto e a lentidão na execução do serviço (como trabalhar bem-humorado em regime de escravidão??? ?). Depois, se espalhou de forma acentuada no Sul e Sudeste a partir das migrações da década de 40. Todos os que chegavam do Nordeste viraram baianos. Chamá-los de preguiçosos foi a forma de defesa encontrada para denegrir a imagem dos trabalhadores nordestinos (muito mais paraibanos do que propriamente baianos), taxando-os como desqualificados, estabelecendo fronteiras simbólicas entre dois mundos como forma de ‘proteção’ dos seus empregos.

    Elisete afirma que os próprios artistas da Bahia, como Dorival Caymmi, Caetano Veloso e Gilberto Gil, têm responsabilidade na popularização da imagem. ‘Eles desenvolveram esse discurso para marcar um diferencial nas cidades industrializadas e urbanas. A preguiça, aí, aparece como uma especiaria que a Bahia oferece para o Brasil’, diz Elisete. Até Caetano se contradiz quando vende uma imagem e diz: ‘A fama não corresponde à realidade. Eu trabalho muito e vejo pessoas trabalhando na Bahia como em qualquer lugar do mundo’. Segundo a tese, a preguiça foi apropriada por outro segmento: a indústria do turismo, que incorporou a imagem para vender uma idéia de lazer permanente ‘Só que Salvador é uma das principais capitais industriais do país, com um ritmo tão urbano quanto o das demais cidades.’ O maior pólo petroquímico do país está na Bahia, assim como o maior pólo industrial do norte e nordeste, crescendo de forma tão acelerada que, em cerca de 10 anos será o maior pólo industrial na América latina.

    Para tirar as conclusões acerca da origem do termo ‘preguiça baiana’, a antropóloga pesquisou em jornais de 1949 até 1985 e estudou o comportamento dos trabalhadores em empresas. O estudo comprovou que o calendário das festas não interfere no comparecimento ao trabalho. O feriado de carnaval na Bahia coincide com o do resto do país. Os recessos de final de ano também. A única diferença é no São João (dia 24 /06), que é feriado em todo o norte e nordeste (e não só na Bahia). Em fevereiro (Carnaval) uma empresa, cuja sede encontra-se no Pólo Petroquímico da Bahia, teve mais faltas na filial de São Paulo que na matriz baiana (sendo que o n° de funcionários na matriz é 50% maior do que na filial citada). Outro exemplo: a Xerox do Nordeste, que fica na Bahia, ganhou os dois prêmios de qualidade no trabalho dados pela Câmara Americana de Comércio (e foi a única do Brasil). Pesquisas demonstram que é no Rio de Janeiro que existem mais dos chamados ‘desocupados’ (pessoas em faixa etária superior a 21 anos que transitam por shoppings, praias, ambientes de lazer e principalmente bares de bairros durante os dias da semana entre 9 e 18h), considerando levantamento feito em todos os estados brasileiros. A Bahia aparece em 13° lugar.

    Acredita-se hoje (e ainda por mais uns 5 a 7 anos) que a Bahia é o melhor lugar para investimento industrial e turístico da América Latina, devido a fatores como incentivos fiscais, recursos naturais e campo para o mercado ainda não saturado. O investimento industrial e turístico tem atraído muitos recursos para o estado e inflando a economia, sobretudo de Salvador, o que tem feito inflar também o mercado financeiro (bancos, financeiras e empresas prestadoras de serviços como escritórios de advocacia, empresas de auditoria, administradoras e lojas do terceiro setor). 

    Fica, então, aqui registrada a intenção de que nós baianos e, principalmente, aqueles que também são profssionais do marketing, o compromisso de contribuir para a transformação da imagem do produto ‘Bahia’ e de seu povo, como um local próspero, criativo, saudável e feliz, onde o trabalho não precisa opor-se ao lazer.

    Tags: , , ,

« Previous Entries