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  • Eles estarão no Fórum HSM Estratégia 2012
    Flávio Rocha e Derek Abell integram o time de palestrantes do evento que acontece em São Paulo, de 22 a 23 de maio  Imagem:  Slider 1 Imagem:  leia mais […]
  • Gestão de projetos como estratégia
    Definição de ferramentas para acompanhamento sistematizado, com estabelecimento de metas, prazos e instrumentos de controle, melhoram eficiência do planejamento estratégico da empresa  Imagem:  Slider 1 Imagem:  leia mais […]
  • Brasil na mira definitiva do investidor estrangeiro
    Além de mercado alternativo aos países em crise econômica, País mostra atratividade natural e consistente para a próxima década  Imagem:  Slider 1 Imagem:  leia mais […]
  • Mudança de paradigma
    Empresas querem reverter a imagem de que a mão de obra latino-americana é de baixa qualidade. Postura reflete nos resultados do GPTW 2012  Imagem:  Slider 1 Imagem:  leia mais […]
  • William Ury em Fortaleza
    Em setembro, cofundador do Programa de Negociação de Harvard apresentará conceitos e práticas eficazes de negociação na capital cearense  Imagem:  Slider 1 Imagem:  leia mais […]
  • Vencedoras por opção
    Livro defende que disciplina e estudo de mercado são mais eficientes para a administração de empresas do que mudanças rápidas e inovações revolucionárias  Imagem:  leia mais […]
  • Mudança do centro gravitacional
    Vijay Govindarajan comenta desafio de empresas europeias e norte-americanas de tornar local o desenvolvimento e o fornecimento de produtos, além das capacidades estratégicas de marketing  Imagem:  Slider 1 Imagem:  leia mais […]
  • Os custos e os benefícios da inovação
    Custa caro investir em inovação? Luiz Serafim, gerente de marketing corporativo da 3M do Brasil, responde a esta e outras questões  Imagem:  Slider 1 Imagem:  leia mais […]
  • Geomarketing guia expansão da Riachuelo
    Ferramenta de localização geográfica de clientes aliada à metodologia própria de gestão de informações faz rede dobrar número de lojas em quase seis anos  Imagem:  Slider 1 Imagem:  leia mais […]
  • A cultura intraempreendedora
    Andrew Zacharakis comenta os aspectos que compõem a cultura intraempreendedora. liderança, sistema de recompensas e tempo são fatores importantes  Imagem:  Slider 1 Imagem:  leia mais […]
  • 17fev

    Sendo uma boa baiana, e residindo na cidade responsável pelo maior carnaval de rua do mundo, me senti na responsabilidade de retornar ao trabalho após o período de Carnaval e fazer um post com alguma afinidade ao tema. Minha inspiração veio de um e-mail que recebi questionando a imagem que se construiu da Bahia como terra na qual aqueles que a habitam vivem em clima de ‘festa eterna’ e são preguiçosos. Se o texto que recebi é verdadeiro ou não, não pesquisei para comprovar, mas minha experiência de baiana, empreendedora e profissional que sou me faz concordar que a vida tranqüila e a famosa aversão ao trabalho atribuídas aos baianos não têm base na realidade. O e-mail apresenta a conclusão de uma tese de doutorado cujo tema seria ‘PREGUIÇA BAIANA’. A pesquisa que resultou nessa tese concluiu, resumidamente, que ‘preguiça baiana’ é faceta do racismo e, que, a famosa ‘malemolência’ ou preguiça baiana, na verdade, não passa de racismo.  

    A tese, defendida pela professora de antropologia Elisete Zanlorenzi, da PUC-Campinas, sustenta que o baiano é muitas vezes mais eficiente que o trabalhador das outras regiões do Brasil e contesta a visão de que o morador da Bahia vive em clima de ‘festa eterna’. Pelo contrário, é justamente no período de festas que o baiano mais trabalha. Como 51% da mão-de-obra da população atua no mercado informal, as festas são uma oportunidade de trabalho. ‘Quem se diverte é o turista’, diz a antropóloga.

    O objetivo da tese foi descobrir como a imagem da preguiça baiana surgiu e se consolidou. Elisete concluiu, após quatro anos de pesquisas históricas, que a imagem da preguiça derivou do discurso discriminatórios contra os negros e mestiços, que são cerca de 79% da população da Bahia. O estudo mostra que a elevada porcentagem de negros e mestiços não é uma coincidência. A atribuição da preguiça aos baianos tem um teor racista. A imagem de povo preguiçoso se enraizou no próprio Estado, por meio da elite portuguesa, que considerava os escravos indolentes e preguiçosos, devido às suas expressões faciais de desgosto e a lentidão na execução do serviço (como trabalhar bem-humorado em regime de escravidão??? ?). Depois, se espalhou de forma acentuada no Sul e Sudeste a partir das migrações da década de 40. Todos os que chegavam do Nordeste viraram baianos. Chamá-los de preguiçosos foi a forma de defesa encontrada para denegrir a imagem dos trabalhadores nordestinos (muito mais paraibanos do que propriamente baianos), taxando-os como desqualificados, estabelecendo fronteiras simbólicas entre dois mundos como forma de ‘proteção’ dos seus empregos.

    Elisete afirma que os próprios artistas da Bahia, como Dorival Caymmi, Caetano Veloso e Gilberto Gil, têm responsabilidade na popularização da imagem. ‘Eles desenvolveram esse discurso para marcar um diferencial nas cidades industrializadas e urbanas. A preguiça, aí, aparece como uma especiaria que a Bahia oferece para o Brasil’, diz Elisete. Até Caetano se contradiz quando vende uma imagem e diz: ‘A fama não corresponde à realidade. Eu trabalho muito e vejo pessoas trabalhando na Bahia como em qualquer lugar do mundo’. Segundo a tese, a preguiça foi apropriada por outro segmento: a indústria do turismo, que incorporou a imagem para vender uma idéia de lazer permanente ‘Só que Salvador é uma das principais capitais industriais do país, com um ritmo tão urbano quanto o das demais cidades.’ O maior pólo petroquímico do país está na Bahia, assim como o maior pólo industrial do norte e nordeste, crescendo de forma tão acelerada que, em cerca de 10 anos será o maior pólo industrial na América latina.

    Para tirar as conclusões acerca da origem do termo ‘preguiça baiana’, a antropóloga pesquisou em jornais de 1949 até 1985 e estudou o comportamento dos trabalhadores em empresas. O estudo comprovou que o calendário das festas não interfere no comparecimento ao trabalho. O feriado de carnaval na Bahia coincide com o do resto do país. Os recessos de final de ano também. A única diferença é no São João (dia 24 /06), que é feriado em todo o norte e nordeste (e não só na Bahia). Em fevereiro (Carnaval) uma empresa, cuja sede encontra-se no Pólo Petroquímico da Bahia, teve mais faltas na filial de São Paulo que na matriz baiana (sendo que o n° de funcionários na matriz é 50% maior do que na filial citada). Outro exemplo: a Xerox do Nordeste, que fica na Bahia, ganhou os dois prêmios de qualidade no trabalho dados pela Câmara Americana de Comércio (e foi a única do Brasil). Pesquisas demonstram que é no Rio de Janeiro que existem mais dos chamados ‘desocupados’ (pessoas em faixa etária superior a 21 anos que transitam por shoppings, praias, ambientes de lazer e principalmente bares de bairros durante os dias da semana entre 9 e 18h), considerando levantamento feito em todos os estados brasileiros. A Bahia aparece em 13° lugar.

    Acredita-se hoje (e ainda por mais uns 5 a 7 anos) que a Bahia é o melhor lugar para investimento industrial e turístico da América Latina, devido a fatores como incentivos fiscais, recursos naturais e campo para o mercado ainda não saturado. O investimento industrial e turístico tem atraído muitos recursos para o estado e inflando a economia, sobretudo de Salvador, o que tem feito inflar também o mercado financeiro (bancos, financeiras e empresas prestadoras de serviços como escritórios de advocacia, empresas de auditoria, administradoras e lojas do terceiro setor). 

    Fica, então, aqui registrada a intenção de que nós baianos e, principalmente, aqueles que também são profssionais do marketing, o compromisso de contribuir para a transformação da imagem do produto ‘Bahia’ e de seu povo, como um local próspero, criativo, saudável e feliz, onde o trabalho não precisa opor-se ao lazer.

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  • 08fev

    Toda ferramenta de divulgação funciona desde que haja pertinência e que seja utilizada estrategicamente. Tanto o website, como e-mail marketing e as redes sociais são ferramentas de divulgação e, principalmente, de interação com seus consumidores.

    No caso do website, você pode desenvolver e publicar, mas se para por aí não adianta. A falta de divulgação de websites é bem comum de acontecer. Costumo dizer que se você quer se esconder, publique uma página na Internet, ninguém vai lhe encontrar! Para tornar o site conhecido e visitado na Internet é preciso ter uma boa estratégia e investir na divulgação. Também é importante monitorar os acessos. O contador de visitas na página não se utiliza mais. O servidor que hospeda o seu site deve oferecer numa área restrita ao administrador que disponibiliza as estatísticas do acesso.

    Enviar a mala direta por e-mail é uma ação chamada de e-mail marketing. Ou você envia por seu programa de e-mail de grupos em grupos de destinatários, ficando sem controle do resultado, ou contrata uma solução de e-mail marketing. Tem um custo inicial de consultoria e implantação, depois custo mensal de manutenção e investimento em cada nova campanha. Tem programas próprios para isto. Mas é uma ferramenta complexa e séria. Só deve iniciar se for se dedicar e investir nisso.

    As novas redes sociais também podem ajudar na estratégia de comunicação das empresas. Redes sociais tipo Orkut, Facebook, Linkedin, Twitter, entre outras, permitem que as empresas tenham uma comunicação mais transparente, desde que estejam dispostas a ter este tipo de fluxo de informação. Com as redes sociais, passa a existir a possibilidade de uma comunicação reativa por parte do público independente do que a empresa diz sobre ela mesma ou seus produtos/serviços. 

    Em relação a custo x benefício do investimento na divulgação através dessas redes em comparação com as redes tradicionais (site, mailings, tv, rádio, jornal impresso) acredito que tudo seja relativo, depende do contexto, do objetivo a ser atingido, da pertinência do conteúdo e da relação, não há uma resposta padrão. Quanto à visibilidade trazida por essas redes, se bem administradas, acredito que permitam que façamos uma “segmentação da segmentação”, entre outros recusros, mas cabe à nós profissionais saber como aproveitá-los.

    Fazer campanhas de comunicação bem administradas e mais direcionadas não depende das ferramentas utilizadas, mas está extremamente atrelado a uma visão estratégica bem focada no que é preciso realizar.

    As redes sociais são hoje usadas por cerca de 29 milhões de brasileiros e pensando nos riscos que podem ser encontrados na web, a organização do Dia Internacional de Segurança em Informática (Disi) disponibilizou em seu site uma cartilha com recomendações de segurança aos usuários de redes sociais. O material foi lançado no Dia Internacional de Segurança em Informática, comemorado na Universidade Federal da Bahia (UFBA). O texto foi elaborado pelo Centro de Atendimento a Incidentes de Segurança (Cais) da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP/MCT) e divide as dicas com foco nas redes mais populares no Brasil: Orkut, Twitter e Facebook.

    As principais recomendações e que valem para qualquer site de relacionamento, incluem:

    - Crie senhas com pelo menos oito caracteres, misturando letras, números e sinais. E troque-as com frequência;

    - Muita atenção na hora de aceitar amigos. Tente reconhecer a pessoa pela foto e informações apresentadas. Amigos demais podem indicar um perfil fraudulento;

    - Cuidado com os encurtadores de URL. Você pode, sem saber, ser direcionado para sites maliciosos;

    - E, sobretudo, não divulgue informações pessoais, como endereço, telefones, e-mail e dados bancários.

    As redes sociais são ótimas ferramentas para manter contato com seus amigos, se informar e se divertir. Basta saber usá-las com responsabilidade tanto de forma pessoal, como para divulgação empresarial.

    Clique aqui e baixe a cartilha de segurança nas redes sociais (1,16 Mb – Arquivo PDF).

    FONTE: Ministério de Ciência e Tecnologia

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  • 30jan

    Blog independente testa 4 ferramentas de e-mail marekting nacionais e 3 internacionais e o Easy Mailing, da empresa Dinamize, ganha em todos os quesitos avaliados

    Escolher uma ferramenta de e-mail marketing não é uma tarefa fácil. Além da infinidade de opções que temos disponível na Internet, existe a possibilidade de desenvolver uma solução própria. Depois que escolhemos, configuramos, testamos, migrar para outra opção é um processo doloroso. Perdemos histórico das ações e campanhas criadas, sem considerar o trabalho de migrar o mailling.

    O ranking realizado foi a primeira avaliação formal de empresas do ramo de e-mail marketing do mercado brasileiro. Ele foi elaborado por 20 profissionais da equipe da fábrica de software paulista ASTL durante os últimos seis meses. A pesquisa avaliou atendimento comercial, suporte técnico, facilidade e usabilidade da ferramenta, FAQ e manuais e velocidade de envio, sempre por pessoas diferentes e sem que as empresas participantes fossem avisadas. Entre as empresas foram avaliadas soluções de e-mail marketing de sete companhias diferentes, incluindo as americanas iContact, VerticalResponse e ConstantContact e as brasileiras Carteiro Express, VirtualTarget (UOL Host), Email Marketing (Locaweb), Easy Mailing (Dinamize).

    Numa pontuação de 0 a 5 a Dinamize teve média final 4,2, seguida pela iContact (3,4), ConstantContact (3,3), Virtual Target (2,8), Vertical Response (2,4), E-Mail Marketing Locaweb (1,4) e Carteiro Express (0,4). Os gaúchos obtiveram pontuação máxima em atendimento técnico e velocidade de envio.

    A gaúcha Dinamize, com sua solução Easy Mailing, ficou em 1º lugar em uma comparação com soluções estrangeiras. “Para a minha surpresa, a ferramenta Top 1 é nacional e gaúcha”, comenta William Correa, diretor da ATSL. “Quando comecei tinha todos os preconceitos possíveis em relação às tecnologias nacionais existentes”, admite o empresário. De acordo com Correa, a pesquisa foi motivada pelo grande número de pedidos de indicação de fornecedores de e-mail marketing que a ATSL recebe.

     Aproveito para divulgara Email Evolution Conference, evento promovido pela EEC – Email Experience Council, entidade subsidiária da norteamericana DMA – Direct Marketing Association. Este é o maior evento de e-mail marketing do mundo, realizado pela maior associação de marketing direto do planeta. O Email Evolution Conference acontecerá em Miami, nos dias 1º, 2 e 3 de fevereiro. Site para mais informações: www.the-dma.org/conferences/emailevolution/.

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  • 06jan

    Pegando carona no comentário do primeiro post, compreendo quando se diz que há esta frase em marketing que pode ser questionada , mas que carrega consigo muita verdade: “O que impulsiona o sucesso não são fábricas, instalações, produtos e pessoas, o que impulsiona o sucesso é ocupar um lugar na mente do prospect ”.

    Complementaria afirmando apenas que ela não deve ser questionada, ela deve ser uma verdade única. Isto porque a única razão de uma empresa existir é o seu cliente, é solucionar um problema ou atender uma determinada necessidade que determinado grupo de pessoas ou organizações tenha. Como diz o guru Peter Drucker “Só existe uma definição válida para a finalidade de um negócio: criar um cliente… Assim, qualquer empresa tem só duas, e só duas, funções básicas: Marketing e Inovação”.

    É com este desafio que criamos negócios. Embora possa parecer simples e lógico, não é o que tenho visto no dia a dia como publicitária e consultora de marketing no mercado. Na maioria das vezes, pelo que tenho percebido trabalhando com empresas, a maioria das pessoas, que decidem empreender, cria um negócio porque precisa ganhar dinheiro ou porque já ganhou algum dinheiro (com uma recisão ao sair de um emprego, por exemplo) e quer aplicar esta quantia em algo que lhe dê um bom retorno financeiro. O ponto de atração inicial está errado. E fatalmente essas experiências darão errado; muitas vezes custando caro.

    Um negócio não deve ser criado para atender uma necessidade financeira ou de qualquer outra ordem daquele que o criou, mas deve ser orientado a atender e gerar soluções para um mercado, que esteja disposto a pagar pelo que for ser oferecido. E, ao cumprir a sua missão, só então,  este negócio deve remunerar aquele(s) que investem na sua existência.

    O marketing existe para nos guiar nesta trajetória. Uma trajetória complexa e instigante.

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